Saiba por que a altura óssea posterior da maxila pode exigir planejamento adicional antes de alguns implantes e entenda quando o levantamento de seio maxilar pré-implante em Maringá é necessário.
Quem perdeu dentes posteriores superiores há algum tempo pode descobrir, durante o planejamento dos implantes, que a altura óssea disponível é insuficiente. Isso acontece porque o osso pode diminuir após a perda dentária e o seio maxilar pode ocupar parte do espaço antes disponível.
O levantamento de seio maxilar pré-implante em Maringá pode ser considerado quando não existe osso suficiente para instalar o implante na posição planejada e obter estabilidade. Entretanto, o procedimento não é necessário para todos os pacientes.
O Dr. Liogi Iwaki Filho atua em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial, reconstruções ósseas, radiologia odontológica e imaginologia. A seguir, entenda como a necessidade do enxerto é avaliada, quais técnicas podem ser utilizadas e quando o implante pode ser colocado.
Os seios maxilares são cavidades preenchidas por ar localizadas acima dos dentes posteriores superiores. Seu interior é revestido por uma membrana fina.
No levantamento de seio, essa membrana é elevada cuidadosamente para criar um espaço entre o assoalho do seio e o osso da maxila. Esse espaço pode receber material de enxerto, que funciona como suporte para a formação óssea.
Resposta direta: o levantamento de seio maxilar é uma cirurgia de aumento ósseo realizada para possibilitar ou favorecer a instalação de implantes na região posterior da maxila quando a altura de osso é insuficiente.
Apesar da expressão “pré-implante”, o procedimento pode ser realizado antes ou na mesma cirurgia de instalação do implante, dependendo da estabilidade possível.
A indicação pode ser considerada quando a quantidade de osso abaixo do seio maxilar não permite instalar o implante planejado com segurança e estabilidade.
Essa condição pode estar relacionada a:
O procedimento não é indicado apenas porque o implante ficará próximo ao seio. É necessário avaliar se a altura e a largura óssea realmente são insuficientes para o plano protético.
A avaliação começa pelo exame clínico, histórico de saúde, condição dos dentes e gengivas e planejamento da futura prótese.
Oferece uma visão geral da maxila, dos dentes e dos seios maxilares. Entretanto, é uma imagem bidimensional e possui limitações para medir o volume ósseo.
A tomografia permite avaliar tridimensionalmente:
A tomografia de feixe cônico costuma fornecer informações importantes sobre o seio maxilar e o volume ósseo disponível para o planejamento de implantes. Informação hospitalar sobre planejamento de implantes
Sintomas de sinusite, alterações relevantes na tomografia ou histórico de problemas sinusais podem exigir avaliação complementar antes da cirurgia.
Existem duas abordagens principais. A escolha depende do volume ósseo residual, do ganho necessário, da anatomia e do planejamento do implante.
O acesso é realizado pelo local preparado para o implante. A membrana é elevada por esse caminho, podendo haver colocação de material de enxerto.
Essa técnica costuma ser considerada quando existe osso residual suficiente para estabilizar o implante e o ganho necessário é mais limitado.
O acesso é realizado pela parede lateral da maxila. Uma abertura controlada permite elevar a membrana e inserir o material de enxerto.
Pode ser considerada quando existe menor altura óssea ou necessidade de ganho mais amplo. O implante poderá ser instalado simultaneamente ou em uma segunda etapa.
Não existe uma técnica melhor para todos. O planejamento deve considerar anatomia, benefício esperado e risco cirúrgico.
Pode, mas não em todos os casos. O ponto central é verificar se o osso existente permite alcançar estabilidade inicial adequada.
O levantamento e o implante podem ser realizados na mesma cirurgia quando existe volume ósseo suficiente para manter o implante estável durante a cicatrização.
Quando o osso residual é insuficiente para estabilizar o implante, primeiro é realizado o levantamento. Depois da integração do enxerto e da formação óssea, uma nova cirurgia instala o implante.
A realização em etapas aumenta o tempo total do tratamento, mas pode ser necessária para reduzir riscos. Consensos em implantodontia destacam que quantidade e qualidade do osso residual influenciam o planejamento e a estabilidade do implante. Consenso institucional do ITI
Todo procedimento cirúrgico apresenta riscos. No levantamento de seio maxilar, podem ocorrer:
A perfuração da membrana não significa obrigatoriamente que todo o tratamento falhou. Dependendo do tamanho e das condições locais, ela pode ser reparada. Em outros casos, o procedimento precisa ser interrompido e retomado após a cicatrização.
O levantamento de seio é um procedimento eletivo. Benefícios, riscos e alternativas devem ser discutidos antes da decisão. Informações para pacientes do Cambridge University Hospitals
É comum ocorrer inchaço, sensibilidade, hematoma e pequena quantidade de sangramento nos primeiros dias. Também pode haver sensação temporária de pressão ou congestão.
Os cuidados podem incluir:
O tempo até a instalação ou utilização do implante varia conforme a técnica, o material utilizado, o volume do enxerto e a resposta individual.
Em casos selecionados, o planejamento pode considerar:
Cada alternativa possui indicações, limitações e riscos próprios. Evitar o levantamento não significa necessariamente escolher um tratamento mais simples ou adequado.
O levantamento de seio maxilar não é uma etapa automática. A necessidade deve ser definida pela posição da futura prótese, pelo volume ósseo, pela saúde do seio e pela possibilidade de estabilizar o implante.
Em Maringá, o Dr. Liogi Iwaki Filho realiza avaliação de reconstruções ósseas e planejamento buco-maxilo-facial com apoio de exames de imagem.
Acesse o perfil para consultar informações sobre atendimento e agendamento de uma avaliação individualizada.
O procedimento aumenta o volume ósseo abaixo do seio maxilar para permitir ou favorecer a instalação de implantes na região posterior da maxila.
Não. O procedimento somente é considerado quando o volume de osso disponível é insuficiente para o implante planejado.
Pode, desde que exista osso suficiente para proporcionar estabilidade inicial. Caso contrário, o implante é instalado depois da maturação do enxerto.
A tomografia computadorizada permite avaliar tridimensionalmente a altura e a largura do osso, o formato do seio e outras estruturas relevantes para o planejamento.
O Dr. Liogi Iwaki Filho, CRO 7389, graduou-se em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo em 1988. Concluiu mestrado em 1994 e doutorado em 1998 em Diagnóstico Bucal pela mesma instituição.
Atua como professor associado da Universidade Estadual de Maringá em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial. Também possui experiência na coordenação da Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial e na pós-graduação em Odontologia Integrada da UEM.
Sua trajetória reúne cirurgia buco-maxilo-facial, reconstruções ósseas, radiologia odontológica, imaginologia e planejamento virtual. Essa integração contribui para relacionar a posição protética, a anatomia do seio e o volume ósseo antes de definir a abordagem cirúrgica. Formação confirmada pela UEM.
A Guia Saúde conecta pacientes a profissionais e serviços em diferentes cidades. Sua curadoria editorial prioriza informações claras, perfis identificados e conteúdos regionalmente relevantes.
Em temas cirúrgicos, a plataforma evita apresentar um procedimento como obrigatório antes da avaliação. As informações são educativas e não substituem exame clínico, tomografia ou planejamento individualizado.
Dr. Liogi lwaki Filho.
Graduação em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Bauru - FOB - USP (1988).
Mestrado (1994) e Doutorado (1998) em Diagnóstico Bucal pela Faculdade de Odontologia de Bauru - FOB - USP.
Atualmente é professor associado da Universidade Estadual de Maringá em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial.
Coordenador da Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial e Professor Efetivo do Programa de Pós-Graduação em Odontologia Integrada da UEM (Mestrado e Doutorado acadêmicos).
Tem experiência na área de Odontologia, com ênfase em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial e Estomatologia, atuando principalmente nos seguintes temas: cirurgia ortognática, planejamento virtual em cirurgia ortognática, cirurgia oral menor, traumatologia buco-maxilo-facial, radiologia odontológica e imaginologia.