Saiba quando avaliação clínica, tomografia ou ressonância podem ser consideradas na investigação da ATM, com o Dr. Liogi Iwaki em Maringá.
Dor perto do ouvido, estalos, dificuldade para mastigar ou episódios de mandíbula travada costumam levar o paciente a procurar imediatamente uma tomografia ou ressonância. No entanto, nenhum exame de imagem consegue, isoladamente, explicar todos os sintomas relacionados à mandíbula.
O exame diagnóstico de ATM e DTM em Maringá começa pela história clínica e pela avaliação dos movimentos, músculos e articulações. A tomografia ou a ressonância pode ser considerada quando existe uma pergunta clínica específica.
O Dr. Liogi Iwaki Filho atua em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, radiologia odontológica e imaginologia. A seguir, entenda o papel de cada avaliação e quando exames complementares podem ser necessários.
ATM é a sigla para articulação temporomandibular. Localizada à frente dos ouvidos, ela conecta a mandíbula ao crânio e participa dos movimentos de falar, mastigar, bocejar e abrir a boca.
DTM significa disfunção temporomandibular. O termo reúne diferentes condições que podem afetar:
Resposta direta: ATM é uma estrutura anatômica, enquanto DTM é o conjunto de alterações que pode causar dor ou dificuldade funcional nessa região. O diagnóstico não depende de um único exame.
Estalos sem dor são frequentes e nem sempre representam doença. A necessidade de investigação aumenta quando há dor, bloqueio, limitação de abertura, trauma ou perda de função.
A avaliação clínica é o ponto de partida. O profissional investiga quando os sintomas começaram, onde a dor aparece, quais movimentos pioram o quadro e se há episódios de travamento.
Também podem ser avaliados:
A dor na face, no ouvido ou na mandíbula pode ter origem dentária, muscular, neurológica ou infecciosa. Por isso, outras condições precisam ser consideradas antes de atribuir os sintomas à DTM.
Não existe um exame único e amplamente aceito para diagnosticar todas as DTMs. A escolha dos exames deve complementar, e não substituir, a avaliação clínica. Orientação do NIDCR
Radiografias podem ser utilizadas como avaliação inicial em situações específicas. A radiografia panorâmica permite uma visão geral dos dentes, da mandíbula e de parte das articulações.
Ela pode ajudar a investigar:
Entretanto, a radiografia panorâmica possui limitações. Ela não mostra adequadamente o disco articular e pode não detalhar alterações ósseas pequenas ou complexas.
O resultado deve ser interpretado em conjunto com os sintomas e o exame físico.
A tomografia computadorizada e a tomografia computadorizada de feixe cônico oferecem imagens detalhadas das estruturas ósseas.
Podem ser consideradas diante da suspeita de:
A tomografia é especialmente útil quando a principal dúvida envolve osso. Ela não é o exame mais indicado para avaliar diretamente o disco, ligamentos e outros tecidos moles.
Como utiliza radiação, sua solicitação deve ter indicação definida e considerar o benefício esperado para o diagnóstico ou planejamento.
A ressonância magnética oferece melhor visualização do disco articular e de outros tecidos moles. Não utiliza radiação ionizante.
Ela pode ser considerada quando existe suspeita de:
A ressonância pode mostrar a articulação com a boca fechada e aberta, dependendo do protocolo. Isso ajuda a observar a posição e o movimento do disco.
Nem todo paciente com dor, estalo ou DTM precisa de ressonância. Achados de imagem podem existir sem causar sintomas e precisam ser relacionados à avaliação clínica.
Não existe um exame universalmente melhor. Cada método responde a perguntas diferentes:
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Exame |
Principal utilidade |
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Avaliação clínica |
Identificar sintomas, função, músculos e padrão de movimento |
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Radiografia panorâmica |
Obter uma visão geral de dentes e estruturas ósseas |
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Tomografia |
Avaliar ossos, fraturas, desgaste e deformidades |
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Ressonância magnética |
Avaliar disco articular, inflamação e tecidos moles |
Em resumo: tomografia é mais indicada para estruturas ósseas; ressonância é mais adequada para disco e tecidos moles.
Em alguns casos, os exames podem ser complementares. Em outros, nenhum deles é necessário inicialmente.
Exames complementares podem ser considerados quando o resultado tem potencial para confirmar uma suspeita, excluir outra doença ou modificar o tratamento.
A investigação por imagem ganha relevância diante de:
Estalos sem dor, isoladamente, nem sempre precisam de exames ou tratamento. A Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde também destaca a importância do histórico detalhado e do exame clínico, pois sintomas da ATM podem ser confundidos com dores dentárias e infecções. Informação institucional
Febre, inchaço facial, dificuldade para respirar ou engolir, trauma importante e boca presa aberta exigem atendimento de urgência.
Solicitar todos os exames antes da consulta não torna o diagnóstico necessariamente mais preciso. O caminho mais seguro é começar pela avaliação clínica e selecionar o método de imagem conforme a estrutura que precisa ser investigada.
Em Maringá, o Dr. Liogi Iwaki Filho realiza avaliação relacionada à ATM e às alterações buco-maxilo-faciais, considerando sintomas, função mandibular e exames de imagem.
Acesse o perfil para consultar informações sobre atendimento e agendamento de uma avaliação individualizada.
Não existe um único exame que detecte todas as DTMs. O diagnóstico começa pela avaliação clínica e pode ser complementado por radiografia, tomografia ou ressonância, conforme a suspeita.
A tomografia avalia melhor os ossos. A ressonância mostra com mais detalhes o disco articular, a inflamação e outros tecidos moles. A escolha depende da dúvida clínica.
Não. Estalos sem dor são frequentes e podem não exigir investigação. Dor, bloqueio, limitação de abertura ou perda de função justificam avaliação profissional.
Geralmente, não. A avaliação clínica ajuda a definir se algum exame é necessário e qual método poderá oferecer a informação mais útil para o caso.
O Dr. Liogi Iwaki Filho, CRO 7389, graduou-se em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo em 1988. Concluiu mestrado em 1994 e doutorado em 1998 em Diagnóstico Bucal pela mesma instituição.
Atua como professor associado da Universidade Estadual de Maringá em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial. Também possui experiência na coordenação da Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial e na pós-graduação em Odontologia Integrada da UEM.
Sua trajetória integra cirurgia buco-maxilo-facial, estomatologia, radiologia odontológica, imaginologia, traumatologia e planejamento virtual. Essa formação contribui para relacionar sintomas, função e achados de imagem, evitando que o diagnóstico seja baseado apenas em um laudo. Formação confirmada pela UEM.
A Guia Saúde conecta pacientes a profissionais e serviços em diferentes cidades. Sua curadoria editorial prioriza conteúdos claros, perfis identificados, relevância regional e informações que ajudem o paciente a compreender a próxima etapa do cuidado.
Em temas diagnósticos, a plataforma evita apresentar exames como respostas isoladas ou prometer resultados. Os conteúdos são educativos e não substituem consulta, exame físico ou indicação individualizada.
Dr. Liogi lwaki Filho.
Graduação em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Bauru - FOB - USP (1988).
Mestrado (1994) e Doutorado (1998) em Diagnóstico Bucal pela Faculdade de Odontologia de Bauru - FOB - USP.
Atualmente é professor associado da Universidade Estadual de Maringá em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial.
Coordenador da Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial e Professor Efetivo do Programa de Pós-Graduação em Odontologia Integrada da UEM (Mestrado e Doutorado acadêmicos).
Tem experiência na área de Odontologia, com ênfase em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial e Estomatologia, atuando principalmente nos seguintes temas: cirurgia ortognática, planejamento virtual em cirurgia ortognática, cirurgia oral menor, traumatologia buco-maxilo-facial, radiologia odontológica e imaginologia.