Dor ao caminhar, dificuldade para subir escadas, insegurança durante exercícios ou sensação de que o joelho vai falhar não devem ser avaliadas apenas pela intensidade do desconforto. Sintomas semelhantes podem decorrer de alterações completamente diferentes e exigir condutas distintas.
Um joelho dolorido pode estar relacionado a sobrecarga, fraqueza muscular, artrose, lesão do menisco, ruptura ligamentar, alterações da cartilagem, tendinopatia ou problemas de alinhamento. Em alguns casos, o tratamento é predominantemente conservador. Em outros, uma lesão mecânica ou uma instabilidade persistente pode justificar discussão cirúrgica.
O exame de imagem, por si só, também não define a melhor conduta. Uma alteração na ressonância precisa ser comparada à história, ao exame físico, ao nível de atividade e às limitações reais do paciente.
Em Balneário Camboriú, o Dr. Celso Dellagiustina Filho atua na avaliação e no tratamento das doenças do joelho, incluindo lesões do ligamento cruzado anterior, menisco, artrose, condromalácia, instabilidade e dor persistente. A proposta é identificar a origem dos sintomas e orientar de forma responsável a decisão entre reabilitação, infiltração, acompanhamento ou cirurgia.
O ortopedista com atuação concentrada no joelho avalia estruturas como:
ligamentos;
meniscos;
cartilagem;
patela;
tendões;
músculos;
ossos;
alinhamento do membro;
estabilidade da articulação.
Sua função não se limita a indicar cirurgia. A consulta também busca definir:
qual estrutura está causando os sintomas;
se existe uma lesão mecânica;
qual é o grau de comprometimento;
se o joelho está estável;
quais tratamentos conservadores ainda podem ajudar;
quando uma intervenção cirúrgica pode oferecer benefício proporcional aos riscos.
O tratamento ortopédico deve ser individualizado conforme as circunstâncias clínicas de cada paciente, e não aplicado como protocolo fixo, conforme ressalta o Dr. Celso.
A avaliação pode ser indicada quando há:
dor persistente;
inchaço recorrente;
rigidez;
dificuldade para caminhar;
limitação para subir ou descer escadas;
estalos acompanhados de dor;
travamento;
sensação de falseio;
perda de movimento;
lesão durante esporte;
dificuldade para retornar aos exercícios;
dor que não melhora com repouso relativo;
indicação cirúrgica que precisa ser confirmada;
necessidade de segunda opinião.
Também é importante procurar atendimento depois de trauma com:
incapacidade de apoiar o peso;
deformidade;
aumento rápido do volume;
sensação de ruptura;
bloqueio da articulação;
instabilidade importante.
O ligamento cruzado anterior, ou LCA, ajuda a controlar a estabilidade e os movimentos de rotação do joelho.
A ruptura pode ocorrer durante:
mudanças bruscas de direção;
aterrissagens;
desacelerações;
torções;
esportes de contato;
quedas.
Os sintomas podem incluir:
estalo no momento da lesão;
inchaço rápido;
dificuldade para apoiar;
instabilidade;
sensação de que o joelho sai do lugar.
Nem toda ruptura do LCA exige a mesma conduta. O tratamento depende da idade, do nível de atividade, da presença de instabilidade, das lesões associadas e dos objetivos esportivos ou profissionais. Lesões do menisco, cartilagem e outros ligamentos podem ocorrer junto à ruptura do LCA. (OrthoInfo)
Os meniscos ajudam a distribuir cargas, absorver impactos e contribuir para a estabilidade da articulação.
As lesões podem ser:
traumáticas;
degenerativas;
pequenas ou extensas;
estáveis ou deslocadas;
associadas a bloqueio;
acompanhadas de artrose.
Os sintomas mais comuns incluem:
dor localizada;
inchaço;
estalos dolorosos;
travamento;
perda de movimento;
desconforto ao agachar ou girar.
Nem toda lesão meniscal precisa de cirurgia. A indicação depende do tipo de ruptura, da idade do tecido, dos sintomas mecânicos, do grau de artrose e da resposta ao tratamento conservador.
Quando a cirurgia é necessária, a preservação do menisco deve ser considerada sempre que tecnicamente possível, pois sua remoção reduz a capacidade de distribuição de carga.
A artrose é caracterizada por alterações progressivas da cartilagem e de outras estruturas da articulação.
Pode causar:
dor ao caminhar;
rigidez;
limitação de movimento;
inchaço;
crepitação;
deformidade;
piora nas escadas;
dificuldade para levantar-se.
O tratamento não começa necessariamente pela cirurgia. Diretrizes da AAOS incluem opções não farmacológicas, medicamentosas e procedimentos menos invasivos antes da prótese, conforme o estágio e o perfil clínico. (AAORT)
A dor na parte anterior do joelho pode estar relacionada à sobrecarga da articulação entre patela e fêmur.
Pode piorar ao:
subir escadas;
agachar;
correr;
permanecer sentado por muito tempo;
levantar-se de uma cadeira.
O tratamento costuma considerar força muscular, controle do movimento, volume de treino, mobilidade, alinhamento e fatores biomecânicos.
A sensação de falseio pode decorrer de:
lesão ligamentar;
fraqueza muscular;
dor;
alteração da patela;
déficit de controle neuromuscular;
lesões combinadas.
A causa precisa ser definida porque um joelho dolorido pode parecer instável sem apresentar ruptura ligamentar completa.
Atletas profissionais, amadores e pessoas fisicamente ativas podem procurar avaliação por:
torção;
dor durante corrida;
inchaço depois dos treinos;
perda de desempenho;
instabilidade;
dificuldade para retornar ao esporte;
lesões de ligamentos, meniscos ou tendões.
O retorno seguro não depende apenas do desaparecimento da dor. Força, estabilidade, mobilidade, confiança e controle neuromuscular também precisam ser considerados.
A investigação começa pela história clínica.
O ortopedista pode perguntar:
quando a dor começou;
se houve trauma;
onde dói;
quais movimentos pioram;
se há inchaço;
se o joelho trava;
se ocorre falseio;
quais tratamentos já foram realizados;
qual é a atividade profissional;
qual é o nível esportivo;
quais são os objetivos do paciente.
Durante o exame físico, podem ser avaliados:
amplitude de movimento;
pontos dolorosos;
estabilidade ligamentar;
sinais meniscais;
alinhamento;
força;
padrão de marcha;
mobilidade da patela;
presença de derrame;
comparação com o outro joelho.
O diagnóstico deve resultar da combinação entre sintomas, exame e, quando necessário, exames complementares.
Pode ajudar na avaliação de:
artrose;
espaço articular;
alinhamento;
deformidades;
fraturas;
alterações ósseas.
Em pacientes com suspeita de artrose, radiografias realizadas com apoio do peso podem fornecer informações relevantes sobre o comprometimento da articulação.
Pode ser indicada para investigar:
meniscos;
ligamentos;
cartilagem;
tendões;
edema ósseo;
lesões ocultas;
outras estruturas internas.
A presença de uma alteração na ressonância não significa automaticamente que ela seja a causa da dor ou que exija cirurgia.
Pode ser útil para estruturas superficiais, tendões, cistos, derrames e orientação de determinados procedimentos.
Pode ser utilizada em situações específicas, como avaliação óssea, planejamento cirúrgico e análise de determinadas fraturas ou deformidades.
Não.
Muitas condições podem ser tratadas inicialmente com:
fisioterapia;
fortalecimento;
ajuste de carga;
modificação temporária das atividades;
perda de peso quando indicada;
medicamentos;
órteses em casos selecionados;
infiltrações;
reeducação do movimento;
acompanhamento clínico.
Na artrose, a AAOS reconhece diferentes intervenções não cirúrgicas e ressalta que a escolha depende da situação individual do paciente. (AAORT)
A cirurgia é considerada quando existe uma indicação estrutural ou quando o tratamento conservador não oferece controle adequado da dor, estabilidade ou função.
Pode trabalhar:
força;
mobilidade;
estabilidade;
equilíbrio;
controle neuromuscular;
capacidade funcional;
retorno progressivo às atividades.
A fisioterapia é importante tanto no tratamento conservador quanto na recuperação após cirurgia.
Nem sempre é necessário interromper todos os exercícios.
Pode ser indicado:
reduzir temporariamente impacto;
ajustar volume e intensidade;
substituir movimentos;
variar modalidades;
retornar de forma progressiva.
Analgésicos e anti-inflamatórios podem ser utilizados em situações selecionadas, considerando riscos, contraindicações e doenças associadas.
Eles não corrigem instabilidade, ruptura ou deformidade, mas podem contribuir para o controle dos sintomas.
Quando há excesso de peso, a redução pode diminuir a carga sobre a articulação e favorecer melhora funcional, especialmente na artrose.
O peso não deve ser tratado como única causa da dor, mas pode fazer parte de um plano mais amplo.
A viscosuplementação pode ser discutida em pacientes selecionados com dor relacionada à artrose.
O ácido hialurônico não reconstrói cartilagem nem cura a artrose. Seu objetivo é contribuir para o controle dos sintomas e da função em determinados casos.
O plasma rico em plaquetas é preparado a partir do sangue do próprio paciente e pode ser utilizado como ferramenta adjuvante em condições osteomusculares específicas.
No joelho, é estudado principalmente para artrose leve ou moderada. Não deve ser apresentado como regeneração garantida da cartilagem, cura da artrose ou substituição automática da fisioterapia e da cirurgia.
Dependendo da causa, podem ser considerados medicamentos anti-inflamatórios ou outras substâncias. A escolha precisa considerar o diagnóstico, os riscos e o objetivo terapêutico.
A cirurgia pode ser discutida quando existe:
instabilidade persistente;
ruptura ligamentar com repercussão
Especialista em cirurgia do joelho em Balneário Camboriú
Se você está buscando cirurgia de joelho em Balneário Camboriú, é porque provavelmente já sente dor, instabilidade ou limitação nos movimentos.
O Dr. Celso Dellagiustina Filho é ortopedista especialista em cirurgia do joelho em Balneário Camboriú – SC, com atuação no diagnóstico e tratamento de lesões como ligamento cruzado anterior (LCA) e lesão de menisco. Realiza procedimentos modernos como infiltrações articulares com ácido hialurônico, terapias regenerativas e tratamentos minimamente invasivos para dor no joelho. Sua atuação focada em:
O atendimento é direcionado para pacientes que buscam diagnóstico preciso e decisão segura entre cirurgia ou tratamento sem cirurgia.
Quando a cirurgia do joelho é indicada?
A cirurgia do joelho é recomendada quando tratamentos conservadores — como fisioterapia, medicamentos ou infiltrações — não conseguem aliviar a dor ou restaurar a função da articulação.
Os principais casos incluem:
Tipos de cirurgia do joelho
A escolha da técnica depende do diagnóstico, idade, nível de atividade e objetivos do paciente.
Artroscopia de joelho
Procedimento minimamente invasivo, realizado com pequenas incisões e câmera. Indicado para:
Reconstrução do LCA
Cirurgia para restaurar a estabilidade do joelho após ruptura do ligamento cruzado anterior, comum em atletas e pessoas fisicamente ativas.
Cirurgia de menisco
Pode envolver sutura ou remoção parcial do menisco lesionado, dependendo do tipo de lesão.
Prótese de joelho
Indicada em casos avançados de artrose, quando há desgaste significativo da articulação e dor intensa.
Como é a recuperação da cirurgia do joelho?
O tempo de recuperação varia conforme o tipo de cirurgia:
Pacientes que seguem corretamente o protocolo de reabilitação tendem a retornar com segurança às atividades.
Agende sua avaliação em Balneário Camboriú
Se você sente dor no joelho, já teve lesão ou recebeu indicação cirúrgica, o próximo passo é uma avaliação especializada. Agende sua consulta com o Dr. Celso Dellagiustina Filho e entenda qual é o melhor tratamento para o seu caso.