Miomectomia em Curitiba: Cirurgia para Retirar Miomas e Preservar o Útero

Conheça a miomectomia em Curitiba, cirurgia que retira miomas preservando o útero. Veja indicações, técnicas, fertilidade e recuperação. 

 

Receber o diagnóstico de mioma não significa que o útero precisará ser retirado. Muitos miomas não provocam sintomas e podem ser acompanhados. Quando existe indicação cirúrgica e preservação uterina é um objetivo, a miomectomia pode ser considerada.

Miomectomia é a cirurgia que retira um ou mais miomas e mantém o útero. Ela pode ser realizada por histeroscopia, videolaparoscopia, cirurgia robótica ou acesso abdominal, conforme localização, número, tamanho e profundidade dos nódulos.

Em Curitiba, o Dr. João Pedro de Andrade Chamma avalia mulheres com miomas, sangramento uterino, dor pélvica e possível indicação cirúrgica, considerando sintomas, exames e objetivos reprodutivos.

 

O que é miomectomia e quando pode ser indicada?

Miomas são nódulos geralmente benignos formados pelo tecido muscular do útero. A miomectomia remove os nódulos identificados, preservando o restante do órgão.

A cirurgia pode ser discutida quando os sintomas não respondem adequadamente ao tratamento clínico, quando o mioma altera a cavidade uterina ou quando sua localização interfere nos objetivos da paciente.

Sangramento intenso

Miomas podem provocar menstruações prolongadas ou volumosas, com risco de anemia, cansaço e prejuízo às atividades diárias.

Dor e pressão pélvica

Nódulos maiores podem causar peso no baixo ventre, dor, aumento abdominal, constipação ou aumento da frequência urinária.

Alterações da cavidade uterina

Miomas submucosos projetam-se para dentro da cavidade e podem estar associados a sangramento, infertilidade ou perdas gestacionais.

Fertilidade e desejo de preservar o útero

A miomectomia pode ser considerada quando a paciente deseja engravidar ou manter o útero. Nem todo mioma interfere na fertilidade, portanto outras causas também precisam ser investigadas.

Segundo o American College of Obstetricians and Gynecologists, indicação e tratamento dependem dos sintomas, das características dos miomas e dos objetivos individuais.

Quais fatores definem a técnica?

A via cirúrgica não é escolhida apenas pela preferência por uma técnica menos invasiva. O planejamento depende do mapeamento dos nódulos e das condições clínicas.

Localização do mioma

Miomas submucosos podem ser acessados pela cavidade uterina. Nódulos intramurais ou subserosos costumam exigir acesso pelo abdômen.

Número e tamanho dos nódulos

Múltiplos miomas ou nódulos muito volumosos podem aumentar a complexidade, o tempo cirúrgico e o risco de sangramento.

Profundidade na parede uterina

Quanto mais profundamente o mioma está inserido, maior pode ser a necessidade de reconstrução da parede do útero.

Cirurgias anteriores e características clínicas

Cesáreas, cirurgias pélvicas, aderências, anemia, idade, desejo reprodutivo e suspeita de outra doença influenciam o plano.

Ultrassonografia é frequentemente utilizada para mapear os miomas. Ressonância magnética pode ser solicitada em situações selecionadas.

Quais são os tipos de miomectomia?

Miomectomia histeroscópica

É realizada pela vagina e pelo colo uterino, sem incisões no abdômen. Pode ser indicada para miomas que se projetam para a cavidade uterina.

Nódulos grandes, múltiplos ou profundamente inseridos podem exigir mais de uma etapa. A profundidade do mioma na parede influencia a possibilidade de remoção. ACOG

Miomectomia videolaparoscópica

Utiliza pequenas incisões abdominais, câmera e instrumentos cirúrgicos. Pode ser considerada para miomas selecionados localizados na parede ou na superfície externa do útero.

Miomectomia robótica

É uma forma de cirurgia minimamente invasiva assistida por sistema robótico. Pode oferecer recursos de visão e movimentação dos instrumentos, mas não é automaticamente superior à videolaparoscopia convencional.

A indicação depende da complexidade, experiência da equipe e disponibilidade da estrutura.

Miomectomia abdominal

É realizada por uma incisão maior no abdômen. Pode ser necessária diante de miomas muito volumosos, numerosos ou com configuração que dificulte uma abordagem minimamente invasiva.

Miomectomia, histerectomia e fertilidade

Miomectomia e histerectomia não são a mesma cirurgia. Na miomectomia, os miomas são retirados e o útero permanece. Na histerectomia, o útero é removido.

Preservar o órgão mantém a possibilidade de gestação, mas não garante fertilidade. Idade, reserva ovariana, trompas, qualidade seminal, endometriose e outros fatores também influenciam.

A própria miomectomia pode produzir cicatrizes uterinas ou aderências. Dependendo da profundidade das incisões, pode ser recomendado aguardar determinado período antes de tentar engravidar e planejar cesariana em uma futura gestação.

Essas orientações devem ser individualizadas conforme a técnica e a reconstrução realizada.

 

Miomas podem voltar e quais são os riscos?

Os miomas retirados não voltam a crescer, mas novos nódulos podem surgir em outras regiões do útero. A possibilidade varia conforme idade, número inicial de miomas e tempo até a m3nop@usa.

Os riscos da miomectomia podem incluir:

  • sangramento e necessidade de transfusão;

  • infecção;

  • aderências;

  • lesão da bexiga, intestino, ureter ou vasos;

  • trombose e complicações anestésicas;

  • cicatriz uterina;

  • conversão para cirurgia aberta;

  • necessidade rara de histerectomia diante de sangramento sem controle;

  • necessidade de novo tratamento no futuro.

Quando a retirada laparoscópica exige fragmentação do tecido, a técnica e seus riscos precisam ser explicados previamente. A morcelação pode disseminar uma doença maligna uterina não identificada, embora essa situação seja incomum. RCOG

 

Como é a recuperação e quando procurar avaliação em Curitiba?

A recuperação varia conforme a via cirúrgica, o número de miomas retirados, a extensão da reconstrução e as condições clínicas.

A histeroscopia geralmente apresenta recuperação mais breve porque não utiliza incisões abdominais. Videolaparoscopia e cirurgia robótica tendem a permitir retorno mais rápido do que a cirurgia aberta, mas continuam sendo procedimentos cirúrgicos.

Durante a recuperação, podem ser necessários:

  • controle da dor;

  • cuidado com incisões;

  • limitação temporária de esforço;

  • prevenção de trombose;

  • observação de sangramento;

  • acompanhamento da anemia;

  • retorno gradual ao trabalho e aos exercícios;

  • revisão do resultado anatomopatológico.

Febre, dor progressiva, sangramento intenso, falta de ar, secreção na ferida ou inchaço em uma perna exigem contato com a equipe.

Uma avaliação com o Dr. João Pedro de Andrade Chamma pode ser procurada por mulheres com sintomas atribuídos a miomas, dúvidas sobre preservação uterina ou indicação cirúrgica prévia.

 

Conclusão

A miomectomia em Curitiba pode retirar miomas e preservar o útero, mas a indicação e a técnica dependem das características dos nódulos, dos sintomas e dos objetivos reprodutivos.

Em consulta com o Dr. João Pedro de Andrade Chamma, a paciente pode revisar exames e discutir videolaparoscopia, histeroscopia, cirurgia robótica, acesso abdominal e alternativas não cirúrgicas, sem promessa de indicação ou resultado.

 

Perguntas Frequentes

A miomectomia preserva o útero?

Sim. A cirurgia remove os miomas e mantém o útero. Entretanto, preservar o órgão não garante fertilidade ou gravidez futura.

Miomectomia e histerectomia são a mesma cirurgia?

Não. A miomectomia retira os miomas, enquanto a histerectomia remove o útero.

É possível engravidar depois da miomectomia?

Sim, em muitos casos. A possibilidade depende de idade, reserva ovariana, trompas, localização dos miomas e outros fatores de fertilidade.

Os miomas podem voltar depois da cirurgia?

Os nódulos retirados não retornam, mas novos miomas podem surgir. Por isso, algumas pacientes precisam de acompanhamento ou novo tratamento.

 

Sobre O Especialista

O Dr. João Pedro de Andrade Chamma é ginecologista e obstetra em Curitiba, registrado no CRM-PR sob o número 40.814 e com RQE 34.273.

Sua atuação é voltada à cirurgia ginecológica minimamente invasiva, reunindo videolaparoscopia, histeroscopia e cirurgia robótica em casos selecionados. Atende mulheres com miomas, pólipos, endometriose, dor pélvica, sangramento uterino anormal e possível indicação cirúrgica.

Sua abordagem considera sintomas, exames, tratamentos anteriores, desejo reprodutivo, preservação uterina e limites de cada técnica, com decisão compartilhada e baseada nas características individuais.

 

Sobre A Guia Saúde

A Guia Saúde é uma plataforma de informação e conexão entre pacientes e profissionais. Seus conteúdos ajudam o público a compreender sintomas, tratamentos, técnicas e critérios para procurar avaliação.

A curadoria valoriza formação identificável, registros profissionais, responsabilidade editorial e relevância regional. As informações são educativas e não substituem consulta, exames ou indicação cirúrgica individualizada.

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