Histeroscopia em Curitiba: Exame Que Permite Tratar Pólipos e Miomas
Entenda como a histeroscopia permite avaliar e tratar pólipos e alguns miomas uterinos. Conheça indicações e cuidados com o Dr. João Chamma em Curitiba. CRM-PR 40.814.
A histeroscopia permite visualizar diretamente o interior do útero e, em situações selecionadas, tratar pólipos, alguns miomas e outras alterações da cavidade uterina. O procedimento é realizado pela vagina e pelo colo do útero, sem cortes no abdômen.
Sangramento fora do período menstrual, fluxo intenso, alterações observadas na ultrassonografia ou dificuldades reprodutivas costumam gerar dúvidas sobre a necessidade do exame. Muitas pacientes também querem saber se a alteração poderá ser retirada durante a própria histeroscopia.
Em Curitiba, o Dr. João Pedro Chamma, ginecologista com CRM-PR 40.814 e RQE 34.273, atua na avaliação e no tratamento de alterações localizadas na cavidade uterina. A seguir, entenda quando a histeroscopia pode ser indicada, como é realizada e quais são suas limitações.
O que é histeroscopia?
A histeroscopia, também chamada de videohisteroscopia, utiliza um instrumento fino com câmera e iluminação, chamado histeroscópio. Ele é introduzido pela vagina, atravessa o colo do útero e permite observar a cavidade uterina em uma tela.
Conforme o objetivo, a técnica pode funcionar como exame diagnóstico ou procedimento cirúrgico. Ela permite investigar sangramentos, avaliar alterações identificadas em exames de imagem, realizar biópsias e tratar determinadas lesões.
Qual é a diferença entre histeroscopia diagnóstica e cirúrgica?
A principal diferença está no objetivo e nos instrumentos utilizados. A modalidade diagnóstica examina a cavidade uterina. A cirúrgica permite tratar alterações identificadas durante a investigação ou já conhecidas pelos exames anteriores.
Histeroscopia diagnóstica
A histeroscopia diagnóstica observa o canal cervical e o interior do útero. Pode ser indicada para investigar sangramento uterino anormal, suspeita de pólipos, miomas submucosos, aderências ou alterações anatômicas.
Durante o exame, pode ser realizada a coleta de uma pequena amostra de tecido para análise, quando necessário.
Histeroscopia cirúrgica
A histeroscopia cirúrgica utiliza instrumentos introduzidos pelo próprio histeroscópio para remover ou tratar alterações dentro da cavidade.
Entre os procedimentos possíveis estão a retirada de pólipos, o tratamento de alguns miomas submucosos, a liberação de aderências e a correção de determinadas alterações uterinas. Nem toda condição identificada pode ser tratada imediatamente ou por essa via.
Quando a histeroscopia pode ser indicada?
A indicação depende dos sintomas, dos exames anteriores, da idade, do histórico ginecológico e dos objetivos reprodutivos da paciente.
Sangramento uterino anormal
A histeroscopia pode ajudar a investigar menstruação intensa ou prolongada, sangramento entre ciclos ou sangramento após a m3nop@usa.
O procedimento permite visualizar alterações da cavidade e, quando indicado, coletar material para avaliação laboratorial. O sangramento também pode ter outras causas, que precisam ser investigadas.
Pólipos endometriais
Pólipos são crescimentos localizados do tecido que reveste o interior do útero. Eles podem causar sangramento irregular, fluxo aumentado ou alterações relacionadas à fertilidade.
A histeroscopia permite visualizar o pólipo e realizar sua retirada sob visão direta.
Miomas submucosos
Miomas submucosos crescem em direção ao interior da cavidade uterina. Mesmo quando pequenos, podem estar associados a sangramento intenso, anemia ou alterações reprodutivas.
Alguns podem ser retirados por histeroscopia. A viabilidade depende do tamanho e da proporção do mioma localizada dentro da cavidade.
Alterações da cavidade uterina
A técnica também pode ser utilizada na avaliação de aderências, alterações anatômicas, espessamento do endométrio, resultados inconclusivos em outros exames e presença de corpos estranhos dentro do útero.
Investigação relacionada à fertilidade
Na investigação de infertilidade ou perdas gestacionais recorrentes, a histeroscopia pode avaliar alterações que deformam a cavidade uterina, como pólipos, miomas submucosos e aderências.
Encontrar uma alteração não significa que ela seja necessariamente a causa da dificuldade reprodutiva. A decisão de tratá-la deve considerar toda a avaliação de fertilidade.
Como a histeroscopia trata pólipos?
Durante a histeroscopia cirúrgica, instrumentos específicos são conduzidos até o pólipo por meio do histeroscópio. A alteração é separada da parede uterina e retirada sob visualização direta.
O material removido pode ser encaminhado para análise anatomopatológica. Esse exame identifica as características do tecido e complementa a avaliação médica.
Dependendo do tamanho, da quantidade e das condições clínicas, a retirada pode ocorrer durante o mesmo atendimento diagnóstico ou ser programada para outro momento.
Quais miomas podem ser retirados por histeroscopia?
A histeroscopia é utilizada principalmente para miomas submucosos, que se projetam total ou parcialmente para dentro da cavidade uterina.
A possibilidade de retirada depende de:
- Tamanho do mioma;
- Quantidade de nódulos;
- Profundidade na parede uterina;
- Localização dentro da cavidade;
- Espessura do músculo ao redor;
- Risco de sangramento;
- Condições clínicas da paciente.
Miomas localizados predominantemente na parede ou na parte externa do útero geralmente exigem outra abordagem. Em casos mais complexos, o tratamento histeroscópico pode ser dividido em etapas.
Como o procedimento é realizado?
Acesso pela vagina e pelo colo do útero
O histeroscópio é introduzido pela vagina e atravessa o colo uterino. Uma solução líquida é utilizada para expandir delicadamente a cavidade e permitir a visualização das paredes internas.
Quando a histeroscopia é cirúrgica, instrumentos finos são conduzidos pelo equipamento para realizar o tratamento planejado.
Necessidade de anestesia ou sedação
A necessidade de anestesia depende do tipo de procedimento, da complexidade, dos instrumentos utilizados, das condições da paciente e do local de realização.
Exames diagnósticos podem ser feitos sem anestesia geral em determinados casos. Procedimentos cirúrgicos costumam exigir anestesia ou sedação. As opções para controle da dor devem ser discutidas antecipadamente.
Duração e alta hospitalar
A duração varia conforme o objetivo e a complexidade. Uma avaliação diagnóstica tende a ser mais breve do que a retirada de um mioma ou de múltiplas alterações.
Muitas pacientes recebem alta no mesmo dia. Quando há anestesia geral, condições clínicas específicas ou procedimentos mais extensos, pode ser necessário permanecer em observação por mais tempo.
Histeroscopia envolve cortes no abdômen?
Não. A histeroscopia utiliza o acesso natural pela vagina e pelo colo do útero, sem incisões abdominais.
Essa característica a diferencia da videolaparoscopia, que utiliza pequenas incisões no abdômen para acessar a pelve. As duas técnicas tratam regiões diferentes e não são intercambiáveis em todos os casos.
Quais são os riscos e limitações?
A histeroscopia é geralmente segura, mas não está livre de complicações. Os possíveis riscos incluem:
- Dor ou desconforto;
- Sangramento;
- Infecção;
- Perfuração do útero;
- Lesão do colo uterino;
- Absorção excessiva da solução utilizada;
- Reações relacionadas à anestesia;
- Necessidade de interromper ou repetir o procedimento.
A histeroscopia também não trata miomas que estejam fora do alcance da cavidade uterina. Em algumas situações, pode ser necessário utilizar videolaparoscopia, cirurgia robótica ou acesso abdominal.
Como é a recuperação depois da histeroscopia?
Após o procedimento, podem ocorrer cólicas leves e pequeno sangramento vaginal por alguns dias. O tempo de retorno às atividades depende de ter sido realizada apenas uma avaliação ou também um tratamento cirúrgico.
A paciente deve seguir as orientações sobre atividade física, relações sexuais, uso de absorventes e medicamentos prescritos.
É importante procurar a equipe responsável diante de febre, dor intensa ou progressiva, sangramento volumoso, secreção com odor desagradável, tontura ou mal-estar persistente.
Histeroscopia em Curitiba
Atuação do Dr. João Pedro Chamma
O Dr. João Pedro Chamma atua na avaliação de mulheres com pólipos endometriais, miomas, sangramento uterino anormal e outras alterações da cavidade uterina.
Sua prática inclui histeroscopia diagnóstica e cirúrgica conforme a indicação clínica. O planejamento considera sintomas, exames, características da alteração, riscos, tratamentos anteriores e desejo reprodutivo.
Quando solicitar uma avaliação
Uma consulta pode ser importante diante de:
- Sangramento menstrual intenso ou prolongado;
- Sangramento fora do período menstrual;
- Sangramento após a m3nop@usa;
- Suspeita de pólipo endometrial;
- Diagnóstico de mioma submucoso;
- Alterações da cavidade uterina nos exames;
- Dificuldade para engravidar;
- Indicação de histeroscopia que ainda gera dúvidas.
Avaliar e tratar a cavidade uterina com planejamento
A histeroscopia oferece visão direta do interior do útero e pode reunir diagnóstico e tratamento em situações selecionadas. Entretanto, o tipo de procedimento, a possibilidade de retirar a alteração e a necessidade de anestesia dependem de avaliação individual.
Para compreender se a histeroscopia é adequada ao seu caso, conheça a atuação do Dr. João Pedro Chamma e agende uma avaliação ginecológica em Curitiba.
Perguntas frequentes
A histeroscopia é um exame ou uma cirurgia?
Pode ser ambos. A histeroscopia diagnóstica examina o interior do útero. A histeroscopia cirúrgica utiliza instrumentos para tratar alterações como pólipos, aderências e alguns miomas submucosos.
A histeroscopia retira qualquer tipo de mioma?
Não. Ela é indicada principalmente para miomas que se projetam para dentro da cavidade uterina. Miomas localizados na parede ou na parte externa do útero podem exigir outra técnica.
É necessário receber anestesia para fazer histeroscopia?
Depende do objetivo e da complexidade. Alguns exames diagnósticos podem ser realizados sem anestesia geral, enquanto procedimentos cirúrgicos costumam exigir anestesia ou sedação.
Quanto tempo demora a recuperação da histeroscopia?
A recuperação costuma ser breve nos procedimentos menos complexos, mas varia conforme o tratamento realizado e o tipo de anestesia. Cólicas leves e pequeno sangramento podem ocorrer nos primeiros dias.
Sobre o especialista
O Dr. João Pedro de Andrade Chamma é médico ginecologista, registrado no CRM-PR sob o número 40.814 e com RQE 34.273 em Ginecologia e Obstetrícia.
Em Curitiba, sua atuação é direcionada ao cuidado ginecológico e à avaliação de mulheres com pólipos endometriais, miomas, sangramento uterino anormal e possível necessidade de tratamento cirúrgico.
Sua prática reúne histeroscopia, videolaparoscopia e cirurgia robótica, conforme a condição tratada e a indicação clínica. A abordagem considera sintomas, exames, benefícios, riscos, alternativas e objetivos reprodutivos, favorecendo uma decisão compartilhada e responsável.
Sobre a Guia Saúde
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