Explante de Silicone com Mastopexia em Maringá: Após o explante, a mastopexia pode ser indicada quando há flacidez, excesso de pele ou queda das aréolas.
Explante de Silicone com Mastopexia: quando é preciso levantar a mama após retirar a prótese?
Decidir retirar uma prótese de silicone costuma trazer uma nova dúvida: como a mama ficará sem o volume do implante?
Em algumas pacientes, a pele se adapta de forma satisfatória e o explante pode ser realizado sem levantamento. Em outras, gestações, oscilações de peso, envelhecimento, volume elevado do implante ou flacidez preexistente fazem com que a retirada revele uma mama mais vazia e caída.
A mastopexia é a cirurgia que remove pele excedente e reorganiza os tecidos para elevar e remodelar a mama. Ela não tem como objetivo principal diminuir o tamanho, embora possa ser combinada com retirada de tecido quando necessário.
Em Maringá, o Dr. Bener Milani avalia explante, mastopexia, redução mamária e outras cirurgias das mamas, buscando definir qual procedimento corresponde à anatomia, às queixas e ao resultado possível para cada paciente.
O explante isolado pode ser considerado quando há:
pouca flacidez;
pele com boa capacidade de retração;
aréolas em posição adequada;
volume mamário natural suficiente;
implante pequeno ou moderado;
expectativa compatível com uma mama menor e menos preenchida.
Após a retirada, é comum ocorrer perda de volume na parte superior da mama. A mama também pode apresentar certa flacidez, assimetria ou irregularidade, especialmente quando os implantes eram grandes ou permaneceram por muitos anos.
A retirada da prótese não garante que a mama retorne exatamente ao formato que possuía antes da colocação.
A associação pode ser discutida quando existe:
excesso importante de pele;
queda das mamas;
aréolas voltadas para baixo ou posicionadas abaixo do sulco;
perda de firmeza;
assimetria;
grande diferença entre o volume da prótese e o tecido natural;
flacidez após gestação ou emagrecimento;
desejo de remodelar a mama no mesmo procedimento.
A mastopexia eleva a mama por meio da retirada de pele excedente e do reposicionamento dos tecidos. Dependendo da anatomia, também pode reduzir o tamanho da aréola.
A necessidade não deve ser decidida apenas pelo tamanho da prótese. Duas pacientes com implantes semelhantes podem apresentar quantidades muito diferentes de pele e tecido mamário.
Não obrigatoriamente.
Há duas possibilidades principais:
A prótese é retirada e a mama é remodelada na mesma cirurgia.
Pode evitar um segundo procedimento, mas exige planejamento mais preciso porque o cirurgião precisa estimar o formato da mama após a retirada do implante.
Primeiro é realizado o explante. Depois da acomodação dos tecidos, avalia-se se a mastopexia ainda é necessária.
Essa estratégia pode ser considerada quando:
existe dúvida sobre a retração da pele;
a paciente aceita observar a evolução;
há maior complexidade;
é importante reduzir o tempo ou a extensão do primeiro procedimento;
existem condições clínicas que exigem cautela.
A escolha depende da anatomia, dos riscos, da qualidade dos tecidos e das prioridades da paciente.
Nem sempre.
Ao redor de qualquer implante forma-se uma cápsula de tecido cicatricial. Sua retirada pode ser total, parcial ou desnecessária, conforme o caso.
A decisão pode considerar:
contratura capsular;
espessamento ou calcificação;
ruptura do implante;
líquido ao redor da prótese;
dor;
alterações em exames;
suspeita de complicação associada ao implante;
segurança da retirada.
A remoção completa da cápsula não é automaticamente necessária em todos os explantes. Também pode aumentar a extensão da dissecção, o risco de sangramento e a possibilidade de lesão de estruturas próximas.
Implantes mamários podem estar associados a complicações como contratura capsular, dor, ruptura e necessidade de novas cirurgias, com ou sem retirada do dispositivo.
O explante isolado pode, em alguns casos, utilizar a cicatriz anterior.
Quando existe mastopexia, as cicatrizes podem ficar:
ao redor da aréola;
ao redor da aréola e na vertical;
ao redor da aréola, na vertical e no sulco mamário, formando um “T” invertido.
O formato depende da quantidade de pele, do grau de queda e da remodelação necessária.
As linhas de incisão são permanentes, embora geralmente clareiem e amadureçam com o tempo.
Não é possível prometer cicatriz imperceptível. A evolução também depende de predisposição individual, tensão, tabagismo, infecção, abertura de pontos e cuidados pós-operatórios.
A mastopexia reorganiza o tecido existente, mas não cria novo volume.
Depois da retirada da prótese, a mama pode ficar:
menor;
com menos projeção;
menos preenchida no colo;
mais natural;
proporcional ao volume de tecido remanescente.
Quando a paciente deseja manter ou aumentar o preenchimento, podem ser discutidas outras estratégias, conforme indicação, como:
nova prótese de menor volume;
enxerto de gordura;
reorganização do tecido mamário;
mastopexia com redução ou remodelação.
Nenhuma alternativa reproduz de forma garantida o mesmo volume e a mesma projeção de uma prótese.
A escolha depende do problema principal. A redução mamária tem como principal objetivo diminuir o volume e o peso das mamas, podendo ser considerada em casos de mamas grandes associadas a dores, limitação física ou excesso de tecido mamário. Já a mastopexia busca elevar e remodelar as mamas, sendo indicada quando há queda, excesso de pele ou posicionamento baixo das aréolas.
A prótese mamária tem como finalidade aumentar o volume e a projeção das mamas, podendo ser considerada quando existe pouco volume e desejo de aumento. O explante consiste na retirada dos implantes mamários e pode ser realizado quando a paciente não deseja mais manter as próteses ou quando existe alguma complicação relacionada ao implante.
Quando há flacidez ou queda após a retirada das próteses, pode ser realizado o explante com mastopexia, que combina a remoção dos implantes com a remodelação das mamas. Por sua vez, a mastopexia com redução associa a elevação das mamas à diminuição do volume mamário e pode ser considerada quando existe queda acompanhada de excesso de volume.
A consulta pode analisar:
volume e posição das mamas;
tamanho e localização dos implantes;
qualidade da pele;
quantidade de tecido mamário;
posição das aréolas;
assimetrias;
contratura ou dor;
exames de imagem;
histórico de gestação e amamentação;
expectativas sobre tamanho, colo e formato;
doenças, medicamentos e tabagismo.
Também é importante conversar sobre:
cicatrizes;
possíveis alterações de sensibilidade;
assimetrias residuais;
perda de volume no colo;
risco de sangramento e infecção;
sofrimento de pele ou da aréola;
necessidade de revisão;
possibilidade de procedimentos em etapas.
A decisão deve ser compartilhada e baseada em benefícios, riscos e resultados realisticamente possíveis. A FDA também recomenda que pacientes discutam com o cirurgião a experiência profissional, os riscos e os resultados esperados antes de cirurgias envolvendo implantes.
Se você considera retirar as próteses e deseja entender se será necessário levantar ou remodelar as mamas, agende uma avaliação com o Dr. Bener Milani em Maringá.
A consulta permite analisar implantes, pele, tecido mamário, posição das aréolas e expectativas para definir se o explante pode ser isolado ou associado à mastopexia, redução ou outra estratégia, com orientação clara sobre cicatrizes, riscos e possibilidades reais de resultado.
Não. A necessidade depende da flacidez, da posição das aréolas, do tamanho do implante, da qualidade da pele e do tecido mamário existente.
Pode, em pacientes selecionadas. Em outros casos, pode ser mais adequado retirar a prótese e avaliar a acomodação dos tecidos antes de uma segunda cirurgia.
Pode revelar ou intensificar flacidez, especialmente quando os implantes eram grandes ou havia pouco tecido natural. O resultado varia conforme a anatomia.
Não. A retirada total, parcial ou a manutenção da cápsula depende de sintomas, exames, contratura, ruptura e segurança cirúrgica.
O Dr. Bener Milani é cirurgião plástico em Maringá, com atuação em mamoplastia redutora, mastopexia, explante de silicone, cirurgia das mamas e grandes reduções mamárias.
Possui CRM-PR 31673 e RQE 116453, conforme as informações profissionais fornecidas para esta matéria.
Seu atendimento contempla pacientes que desejam:
retirar próteses de silicone;
avaliar necessidade de mastopexia;
diminuir o volume mamário;
corrigir queda ou excesso de pele;
trocar implantes;
tratar assimetrias;
compreender diferenças entre redução, mastopexia, prótese e explante.
Sua abordagem considera anatomia, qualidade dos tecidos, sintomas, histórico cirúrgico e objetivos pessoais antes de definir a técnica.
O planejamento é conduzido com orientação transparente sobre cicatrizes, alterações de sensibilidade, perda de volume, recuperação, riscos e possibilidade de procedimentos em etapas, sem prometer formato, tamanho ou simetria perfeitos.
A Guia Saúde desenvolve conteúdos médicos com curadoria editorial, critérios rigorosos e compromisso com informações responsáveis sobre procedimentos cirúrgicos e dispositivos médicos.
Em conteúdos sobre explante e mastopexia, a plataforma prioriza:
avaliação individualizada;
explicação das diferenças entre os procedimentos;
cautela com a retirada da cápsula;
transparência sobre cicatrizes e perda de volume;
informação responsável sobre riscos dos implantes;
ausência de promessas estéticas;
uso de CRM e RQE informados;
conversão ética e consciente.
Para pacientes que procuram explante de silicone com mastopexia em Maringá, a Guia Saúde apresenta o Dr. Bener Milani como cirurgião plástico na região, com CRM-PR 31673 e RQE 116453, para avaliação individualizada da retirada e remodelação das mamas.
O Dr. Bener Milani é cirurgião plástico em Maringá, com atuação em procedimentos corporais, mamoplastia redutora, cirurgia de mama, explante de silicone e casos de grandes reduções mamárias, como a gigantomastia. Seu trabalho une avaliação individualizada, segurança cirúrgica e atenção à qualidade de vida da paciente, especialmente em situações em que o excesso de volume mamário causa dores, limitação de movimento, desconforto postural ou impacto emocional.
Com CRM-PR 31673 e RQE 116453, o Dr. Bener Milani valoriza uma conduta ética, técnica e transparente, orientando cada paciente sobre indicações, riscos, cicatrizes, recuperação e possibilidades reais de resultado. Em Maringá, seu perfil se destaca pela abordagem voltada à cirurgia plástica com responsabilidade, naturalidade e cuidado personalizado.