Cirurgia Refrativa PRK em Florianópolis para Correção do Grau dos Olhos

A cirurgia refrativa PRK em Florianópolis para correção do grau dos olhos é uma técnica que remove a camada superficial da córnea com aplicação do laser, corrigindo erros refrativos. Conheça o procedimento com a Dra. Alena Lopes | CRM 18740 · RQE: 13234.

Cirurgia Refrativa PRK em Florianópolis para Correção do Grau dos Olhos

Introdução

A dependência de óculos ou lentes de contato pode dificultar atividades físicas, trabalho e diferentes tarefas da rotina. Para alguns pacientes, a cirurgia refrativa PRK representa uma possibilidade de reduzir essa dependência.

A técnica remove o epitélio, camada superficial da córnea, e utiliza laser para modificar sua curvatura. Entretanto, saber apenas o número do grau não é suficiente para confirmar a indicação: formato, espessura e saúde da córnea também precisam ser avaliados.

Em Florianópolis, a Dra. Alena Tolentino Lopes, CRM 18740 e RQE 13234, atua com doenças da córnea, cirurgia refrativa personalizada e reabilitação visual avançada.

O Que É a Cirurgia Refrativa PRK?

PRK é a sigla para ceratectomia fotorrefrativa. O procedimento utiliza um excimer laser para remodelar a córnea, estrutura transparente localizada na parte anterior do olho.

Essa mudança permite que a luz seja direcionada de forma mais adequada para a retina.

Resposta direta: a cirurgia refrativa PRK remove o epitélio corneano e remodela a córnea com laser para corrigir determinados casos de miopia, hipermetropia e astigmatismo, sem criar um flap.

Depois da cirurgia, o epitélio se regenera. Durante essa fase, uma lente de contato terapêutica é utilizada para proteger a superfície ocular.

Quais Graus o PRK Pode Corrigir?

O PRK pode ser considerado para tratar:

  • miopia;

  • hipermetropia;

  • astigmatismo;

  • combinações entre esses erros refrativos.

Não existe um limite de grau universal. A possibilidade de tratamento depende da tecnologia, da quantidade de tecido que precisaria ser remodelada e das características individuais da córnea.

O PRK também não impede o surgimento da presbiopia, dificuldade para enxergar de perto relacionada ao envelhecimento natural do cristalino. Porém, existem estratégias que buscam postergar a limitação que esta condição gera no cotidiano, como a ‘báscula’, que busca equilibrar uma visão satisfatória para longe e para perto, com alvos de tratamento distintos entre os dois olhos.

Mesmo depois da cirurgia, o paciente poderá precisar de óculos para determinadas tarefas ou em outra fase da vida. Não é possível garantir independência definitiva da correção óptica.

Quem Pode Fazer a Cirurgia PRK?

A indicação costuma ser avaliada em adultos com grau estável e condições oculares adequadas.

Entre os critérios analisados estão:

  • estabilidade recente do grau;

  • espessura corneana;

  • formato e regularidade da córnea;

  • ausência de sinais de ceratocone;

  • saúde da superfície ocular;

  • qualidade da lágrima;

  • condições das pálpebras;

  • tamanho das pupilas;

  • saúde da retina;

  • medicamentos utilizados;

  • doenças que podem interferir na cicatrização;

  • expectativas sobre o resultado.

Olho seco descompensado, doença ocular ativa, alteração importante da córnea ou grau instável podem exigir tratamento, adiamento ou contraindicação.

Gestação e amamentação também podem estar associadas a mudanças refrativas, tornando necessária uma avaliação cuidadosa do momento adequado.

Quais Exames São Feitos Antes do PRK?

Os exames pré-operatórios verificam se a córnea pode receber o tratamento com segurança.

A avaliação pode incluir:

  1. medida atualizada do grau;

  2. refração com dilatação;

  3. topografia ou tomografia da córnea;

  4. paquimetria;

  5. análise da curvatura corneana;

  6. avaliação da superfície ocular e da lágrima;

  7. medida da pressão intraocular;

  8. exame da retina;

  9. avaliação das pupilas;

  10. histórico ocular e clínico detalhado.

A topografia e a tomografia ajudam a identificar irregularidades e sinais que possam contraindicar o laser. A paquimetria mede a espessura, mas esse resultado não deve ser interpretado isoladamente.

Usuários de lentes de contato podem precisar interromper temporariamente seu uso antes das medições, conforme orientação do oftalmologista.

Como a Cirurgia PRK É Realizada?

O PRK é realizado em ambiente cirúrgico. Colírios anestésicos são utilizados para reduzir o desconforto durante o procedimento.

As etapas geralmente incluem:

  • preparação e anestesia da superfície ocular;

  • manutenção das pálpebras abertas com um dispositivo;

  • remoção controlada do epitélio;

  • aplicação programada do excimer laser;

  • colocação da lente de contato terapêutica.

O paciente permanece acordado e recebe orientações para fixar o olhar. O equipamento conta com sistemas que acompanham os movimentos oculares durante a aplicação.

A lente terapêutica não deve ser retirada em casa. Sua remoção é realizada pela equipe depois que a superfície apresenta cicatrização adequada.

Como É a Recuperação do PRK?

A recuperação inicial do PRK é mais gradual do que em técnicas que utilizam flap.

Nos primeiros dias, podem ocorrer:

  • ardência;

  • lacrimejamento;

  • sensação de areia;

  • sensibilidade à luz;

  • desconforto;

  • visão embaçada ou oscilante.

Depois da regeneração inicial do epitélio, a lente terapêutica é retirada conforme avaliação. A visão tende a melhorar progressivamente, mas pode continuar variando durante as semanas seguintes.

Os cuidados podem envolver:

  • uso dos colírios prescritos;

  • proteção contra exposição e contaminação;

  • não esfregar os olhos;

  • evitar piscina e maquiagem pelo período orientado;

  • não dirigir sem liberação;

  • comparecer às consultas;

  • utilizar proteção solar conforme recomendação.

O retorno ao trabalho depende da evolução visual e da atividade profissional. Trabalhos com telas, direção ou exposição ambiental podem exigir planejamento específico.

Quais São os Riscos e Limites do PRK?

O PRK apresenta riscos como qualquer cirurgia.

As possíveis intercorrências incluem:

  • dor ou desconforto;

  • atraso na cicatrização;

  • infecção;

  • olho seco;

  • opacidade corneana, chamada de haze;

  • halos e ofuscamento;

  • piora da visão noturna;

  • correção insuficiente ou excessiva;

  • regressão parcial do grau;

  • necessidade de óculos;

  • possibilidade de novo tratamento em casos selecionados;

  • redução da melhor visão corrigida, embora menos comum.

Dor intensa ou crescente, redução importante da visão, secreção, vermelhidão progressiva ou fotofobia intensa exigem contato imediato com a equipe.

Em Florianópolis, a Dra. Alena Tolentino Lopes relaciona grau, exames da córnea e necessidades visuais antes de recomendar a cirurgia.

Avaliação para Cirurgia Refrativa PRK em Florianópolis

A decisão de realizar PRK não deve ser baseada apenas na vontade de abandonar os óculos. É necessário confirmar se a córnea apresenta anatomia, espessura e estabilidade adequadas.

A consulta com a Dra. Alena Tolentino Lopes permite avaliar a indicação e comparar o PRK com outras técnicas ou alternativas não cirúrgicas.

O objetivo é buscar correção visual sem ultrapassar os limites de segurança de cada olho.

Perguntas Frequentes

A cirurgia PRK elimina completamente o grau?

Pode reduzir significativamente o grau, mas não existe garantia de eliminação total. Algum grau pode permanecer ou surgir novamente ao longo do tempo.

PRK dói?

Colírios anestésicos reduzem o desconforto durante a cirurgia. Ardência, lacrimejamento e sensação de areia podem ocorrer nos primeiros dias.

Quanto tempo demora para a visão melhorar?

A melhora é progressiva. A recuperação inicial ocorre durante os primeiros dias, mas oscilações podem continuar por semanas e a estabilização completa pode levar mais tempo.

Quem tem córnea fina pode fazer PRK?

Depende da espessura, do formato e da quantidade de tecido necessária para corrigir o grau. Uma córnea muito fina ou suspeita pode contraindicar qualquer cirurgia refrativa a laser.

Sobre a Especialista

A Dra. Alena Tolentino Lopes, CRM 18740 e RQE 13234, é oftalmologista em Florianópolis com atuação em doenças da córnea, cirurgia refrativa personalizada e reabilitação visual avançada.

Sua experiência com córnea e superfície ocular permite analisar o grau em conjunto com a espessura, o formato e as condições de cicatrização do tecido corneano.

Entre seus diferenciais estão a avaliação individualizada, o planejamento orientado pela anatomia e a comunicação responsável sobre riscos e resultados possíveis. Sua filosofia clínica prioriza segurança, personalização e preservação da qualidade visual.

Sobre a Guia Saúde

A Guia Saúde é um portal dedicado à divulgação de informações médicas e à aproximação entre pacientes e profissionais de saúde em diferentes cidades.

A plataforma valoriza responsabilidade editorial, clareza, relevância regional e identificação transparente dos profissionais apresentados. Sua curadoria busca oferecer conteúdos úteis para que o paciente compreenda procedimentos, riscos e critérios de indicação antes de procurar atendimento.

As informações possuem finalidade educativa e não substituem exames ou avaliação oftalmológica individualizada.

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