Tratamento para Baixa Testosterona e Disfunção Erétil em Niterói: Entenda a Relação
Testosterona baixa pode afetar libido e função S3xua1. Entenda a relação, investigação e tratamento hormonal em Niterói com o Urologista Cassio Vilela.
Baixa libido, cansaço e dificuldade de ereção podem levantar a suspeita de testosterona baixa. Entretanto, esses sintomas também aparecem em problemas vasculares, diabetes, distúrbios do sono, ansiedade, efeitos de medicamentos e outras condições.
A baixa testosterona pode afetar principalmente o desejo S3xua1 e contribuir para alterações da ereção. O diagnóstico exige sintomas compatíveis e níveis reduzidos confirmados em exames realizados em condições adequadas.
O Dr. Cassio Vilela atua em urologia, saúde hormonal e medicina S3xua1 masculina em Niterói. Entenda como é feita a investigação e por que reposição hormonal não é indicada automaticamente.
Qual é a relação entre testosterona e ereção?
A testosterona participa do desejo S3xua1, da manutenção de tecidos, da saúde óssea, da massa muscular e de diferentes aspectos da função S3xua1.
Quando está baixa, o homem pode apresentar:
-
redução da libido;
-
diminuição das ereções espontâneas;
-
menor resposta S3xua1;
-
cansaço;
-
perda de força;
-
alterações de humor;
-
redução de pelos;
-
dificuldade de concentração.
A ereção também depende de circulação, nervos, estímulo e fatores emocionais. Por isso, normalizar a testosterona não garante corrigir uma disfunção erétil causada principalmente por doença vascular ou neurológica.
A disfunção erétil também pode ser um marcador de risco cardiovascular e merece avaliação metabólica e vascular.
Como é confirmado o diagnóstico de testosterona baixa?
Um único resultado reduzido não costuma ser suficiente. Variações de horário, alimentação, sono, doença aguda e medicamentos podem interferir na concentração.
A investigação geralmente considera:
-
sintomas compatíveis;
-
testosterona total pela manhã;
-
repetição em outro dia;
-
coleta em jejum quando orientada;
-
método e referência do laboratório;
-
testosterona livre calculada em situações selecionadas;
-
SHBG;
-
LH e FSH;
-
prolactina quando indicada.
LH e FSH ajudam a diferenciar alterações originadas nos testículos de alterações relacionadas à hipófise ou ao hipotálamo.
A Associação Europeia de Urologia recomenda diagnóstico baseado em sintomas e testosterona matinal baixa confirmada em pelo menos duas ocasiões. (EAU)
Quais outras causas precisam ser investigadas?
Testosterona baixa e dificuldade de ereção podem estar associadas a:
-
obesidade;
-
diabetes;
-
apneia do sono;
-
doenças cardiovasculares;
-
doença renal ou hepática;
-
uso de opioides;
-
outros medicamentos;
-
consumo excessivo de álcool;
-
estresse;
-
ansiedade ou depressão;
-
distúrbios da hipófise;
-
privação de sono.
Algumas causas são potencialmente reversíveis. Perda de peso, tratamento da apneia, controle do diabetes, melhora do sono e revisão dos medicamentos podem contribuir para a saúde hormonal e S3xua1.
Exames complementares podem incluir glicemia, hemoglobina glicada, colesterol, hemograma e avaliação da próstata, conforme idade, sintomas e riscos.
Quando a reposição de testosterona pode ser indicada?
A terapia pode ser considerada para homens com sintomas e deficiência hormonal confirmada, desde que não existam contraindicações.
As possibilidades incluem formulações injetáveis ou transdérmicas, escolhidas conforme:
-
diagnóstico;
-
objetivos;
-
preferência;
-
risco de elevação do hematócrito;
-
capacidade de acompanhamento;
-
custo;
-
efeitos adversos;
-
resposta clínica.
A reposição busca restaurar níveis fisiológicos, e não produzir concentrações acima do normal. Ela não deve ser usada como estratégia genérica de rejuvenescimento, ganho de desempenho ou tratamento de homens com exames normais.
Em casos de hipogonadismo com disfunção erétil mais intensa, outras abordagens podem continuar necessárias, como medicamentos específicos para ereção.
Quem não deve iniciar testosterona sem avaliação aprofundada?
Situações que contraindicam ou exigem cautela incluem:
-
desejo atual de ter filhos;
-
câncer de próstata ou mama ativo;
-
hematócrito elevado;
-
insuficiência cardíaca descompensada;
-
sintomas urinários intensos;
-
apneia grave não tratada;
-
evento cardiovascular recente;
-
risco de trombose;
-
alteração prostática ainda não investigada.
A testosterona externa reduz os estímulos hormonais para os testículos e pode diminuir ou interromper a produção de espermatozoides. Portanto, não é tratamento para infertilidade e pode prejudicar a fertilidade.
A Endocrine Society recomenda não iniciar reposição em homens que planejam fertilidade próxima ou apresentam determinadas condições clínicas sem investigação e controle adequados. (Endocrine Society)
Como é feito o acompanhamento?
A reposição exige monitoramento, mesmo quando os sintomas melhoram. O acompanhamento pode incluir:
-
testosterona;
-
hematócrito;
-
hemograma;
-
PSA e avaliação prostática conforme idade e risco;
-
pressão arterial;
-
perfil metabólico;
-
sintomas urinários;
-
resposta da libido e da ereção;
-
efeitos adversos;
-
avaliação cardiovascular.