Cirurgia de catarata no Rio de Janeiro Dra. Giselle Brandão
Médica oftalmologista no Rio de Janeiro com atuação na avaliação e no tratamento da catarata, escolha de lentes intraoculares e acompanhamento da recuperação visual.
Visão embaçada, dificuldade para dirigir à noite, sensibilidade à luz e a sensação de que os óculos já não resolvem podem ser sinais de catarata. Quando essas alterações começam a prejudicar a leitura, o trabalho, a mobilidade ou outras atividades diárias, uma avaliação oftalmológica ajuda a identificar a causa e definir o tratamento mais adequado.
A Dra. Giselle Brandão é médica oftalmologista no Rio de Janeiro e atua na avaliação de pacientes com catarata. O atendimento inclui diagnóstico, análise do momento da cirurgia, escolha individualizada da lente intraocular e acompanhamento da recuperação.
Cada indicação considera as características dos olhos, a saúde ocular, as necessidades visuais, a profissão, os hábitos e as expectativas do paciente.
Quais são os principais sintomas da catarata?
A catarata acontece quando o cristalino, estrutura natural localizada dentro do olho, perde progressivamente sua transparência. Essa alteração dificulta a passagem da luz e pode comprometer a qualidade da visão.
Entre os sintomas mais frequentes estão:
- Visão embaçada ou opaca
- Dificuldade para dirigir à noite
- Maior sensibilidade à luz
- Percepção de halos ao redor das luzes
- Necessidade frequente de trocar o grau dos óculos
- Dificuldade para ler ou realizar tarefas detalhadas
- Alteração na percepção das cores
- Redução da autonomia nas atividades diárias
Esses sintomas também podem estar relacionados a outros problemas oculares. Por isso, o diagnóstico depende de uma avaliação oftalmológica.
Quando a cirurgia de catarata é indicada?
Não é necessário esperar a catarata “amadurecer” para conversar sobre cirurgia. A indicação considera o quanto a perda visual interfere na rotina e nos objetivos do paciente.
A cirurgia pode ser considerada quando a catarata dificulta atividades como:
- Dirigir com segurança
- Ler e usar dispositivos eletrônicos
- Trabalhar
- Caminhar em ambientes pouco iluminados
- Reconhecer rostos
- Realizar tarefas domésticas
- Manter independência e mobilidade
Os achados do exame oftalmológico, a presença de outras doenças oculares e a relação entre benefícios e riscos também participam da decisão.
Quando a visão ainda atende às necessidades do paciente e não existe outra indicação clínica, o acompanhamento periódico pode ser uma alternativa.
Como funciona a cirurgia de catarata?
Na cirurgia de catarata, o cristalino que perdeu a transparência é removido e substituído por uma lente intraocular.
Antes do procedimento, são realizadas avaliações para analisar as características dos olhos e calcular a lente. O planejamento também considera a visão desejada após a cirurgia, a presença de astigmatismo, cirurgias oculares anteriores e outras condições que possam influenciar o resultado.
A anestesia, a duração do procedimento, os cuidados necessários e o acompanhamento são explicados de acordo com as características de cada paciente.
Como escolher a lente intraocular?
A lente intraocular substitui o cristalino removido durante a cirurgia. Existem opções com diferentes propostas de correção visual, e nenhuma lente é a melhor para todas as pessoas.
A escolha considera:
- Medidas e características dos olhos
- Presença de astigmatismo
- Saúde da córnea, retina e nervo óptico
- Histórico de LASIK, PRK ou outras cirurgias
- Necessidade de visão para longe, perto ou distâncias intermediárias
- Profissão e atividades cotidianas
- Hábito de dirigir à noite
- Expectativa em relação ao uso de óculos
Uma decisão bem orientada ajuda o paciente a compreender os benefícios e as limitações de cada opção antes da cirurgia.
É possível deixar de usar óculos depois da cirurgia?
A cirurgia de catarata pode diminuir a dependência de óculos, mas o resultado varia conforme a lente escolhida, as características dos olhos e a presença de outras condições oculares.
Algumas lentes são planejadas para priorizar a visão de longe. Outras procuram ampliar a faixa de visão para distâncias intermediárias e próximas. Mesmo assim, determinados pacientes podem continuar precisando de óculos para algumas atividades.
O alinhamento de expectativas é uma etapa importante da consulta. A escolha da lente deve considerar o que o paciente deseja realizar no dia a dia e quais limitações está disposto a aceitar.
Catarata e astigmatismo
O astigmatismo pode interferir na nitidez da visão antes e depois da cirurgia. Dependendo das características e do grau identificado, sua correção pode entrar no planejamento da lente intraocular.
A avaliação pré-operatória ajuda a estimar quanto do astigmatismo pode ser tratado e se ainda haverá necessidade de óculos após o procedimento.
Cirurgia de catarata depois de LASIK ou PRK
Pacientes que já realizaram LASIK ou PRK também podem desenvolver catarata. Nesses casos, o histórico da cirurgia refrativa precisa ser considerado no cálculo da lente intraocular e no alinhamento das expectativas.
Informar os procedimentos anteriores e apresentar exames antigos, quando disponíveis, pode contribuir para o planejamento cirúrgico.
Catarata glaucoma e doenças da retina
Glaucoma, alterações da retina e outras doenças oculares podem influenciar a indicação da cirurgia, a escolha da lente e o resultado visual esperado.
A cirurgia remove a catarata, mas não elimina limitações causadas por outras condições. Por isso, a avaliação completa dos olhos é essencial para oferecer uma expectativa realista sobre a recuperação da visão.
Como é a recuperação da cirurgia de catarata?
A melhora visual pode começar nos primeiros dias, mas a recuperação varia entre os pacientes. O uso correto das medicações prescritas, os retornos e os cuidados pós-operatórios ajudam a acompanhar a evolução.
A liberação para dirigir, trabalhar, praticar exercícios ou retomar outras atividades depende da recuperação e da orientação médica.
Durante esse período, é importante seguir as recomendações sobre higiene, proteção dos olhos, esforço físico e comparecimento às consultas de acompanhamento.
Quais sintomas precisam de avaliação rápida?
Depois da cirurgia, qualquer sintoma intenso ou diferente do que foi explicado deve ser comunicado à equipe responsável.
Dor importante, piora súbita da visão, vermelhidão intensa, secreção ou outros sintomas inesperados precisam de avaliação oftalmológica rápida.
A catarata pode voltar?
Depois que o cristalino com catarata é removido, a mesma catarata não volta a crescer sobre a lente intraocular.
Entretanto, algumas pessoas podem perceber visão embaçada meses ou anos após a cirurgia. Essa alteração pode estar relacionada à perda de transparência da cápsula que sustenta a lente e, quando indicada, pode ser tratada com um procedimento a laser.
Uma nova piora visual sempre deve ser avaliada, pois também pode ter outras causas.
Agende sua avaliação no Rio de Janeiro
Se você recebeu o diagnóstico de catarata, percebeu piora da visão ou tem dúvidas sobre cirurgia e lentes intraoculares, agende uma avaliação com a Dra. Giselle Brandão no Rio de Janeiro.
A consulta permite confirmar o diagnóstico, avaliar o impacto da catarata na sua rotina, discutir o momento do tratamento e escolher a lente mais adequada às características dos seus olhos e às suas necessidades visuais.