Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia: Adolescentes e Adultos

Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia: Adolescentes e Adultos
Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia: Adolescentes e Adultos

O acompanhamento da escoliose em Uberlândia avalia grau da curva, crescimento, dor, postura, exames e risco de progressão para definir observação, colete ou cirurgia.

 

Acompanhamento da Escoliose: quando observar, usar colete ou operar?

Receber o diagnóstico de escoliose costuma gerar muitas dúvidas: a curva vai piorar? Precisa usar colete? Exercício resolve? Existe risco de cirurgia? Em adolescentes, a principal preocupação costuma ser a progressão durante o crescimento. Em adultos, o foco muitas vezes está na dor, limitação funcional, alterações degenerativas e impacto na qualidade de vida.

A escoliose não deve ser acompanhada apenas pela aparência da coluna. O cuidado envolve avaliação clínica, exame físico, radiografias quando indicadas, medição do ângulo da curva, análise da maturidade óssea em adolescentes e investigação de sintomas neurológicos ou dor persistente em adultos.

Em Uberlândia, a Dra. Simone Martinelli dos Reis, ortopedista formada pela Universidade Federal de Uberlândia, com residência em Ortopedia e Traumatologia pela UFU e Título de Especialista em Dor pela Associação Médica Brasileira, atua na avaliação de doenças da coluna, dor cervical, dor lombar, compressões nervosas, alterações degenerativas e casos que exigem acompanhamento individualizado.

 

O que é escoliose? - [Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia]

A escoliose é uma curvatura lateral anormal da coluna, geralmente avaliada por exame físico e radiografias. Ela pode aparecer na infância, adolescência ou vida adulta, e sua evolução depende de fatores como idade, crescimento, grau da curva, localização e causa associada.

A escoliose pode ser idiopática, quando não há causa definida, ou estar associada a condições neuromusculares, congênitas, degenerativas ou alterações estruturais da coluna.

 

Como é feito o acompanhamento da escoliose em adolescentes? - [Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia]

Em adolescentes, o acompanhamento busca principalmente identificar se a curva está estável ou se há risco de progressão durante o crescimento. Quanto mais crescimento ainda existe, maior pode ser a necessidade de vigilância, especialmente em curvas moderadas.

A avaliação costuma considerar:

  • idade do adolescente;

  • fase de crescimento;

  • histórico familiar;

  • assimetria dos ombros, escápulas ou quadril;

  • teste de inclinação do tronco;

  • grau da curva na radiografia;

  • maturidade óssea;

  • presença de dor ou sinais neurológicos;

  • impacto emocional e funcional.

Em muitos casos leves, o tratamento pode ser apenas observação com reavaliações periódicas. Em curvas moderadas e em adolescentes ainda em crescimento, o colete pode ser discutido com objetivo de reduzir o risco de progressão. Em curvas importantes ou progressivas, a cirurgia pode ser considerada, sempre com critérios técnicos.

 

Como é feito o acompanhamento da escoliose em adultos? - [Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia]

No adulto, a escoliose pode ser uma curva antiga da adolescência que continuou sendo acompanhada ou uma curva relacionada a alterações degenerativas da coluna, como desgaste de discos e articulações.

O foco do acompanhamento costuma ser diferente do adolescente. Em adultos, além do grau da curva, é importante avaliar dor lombar ou cervical, rigidez, desequilíbrio do tronco, compressão de nervos, formigamento, perda de força, limitação para caminhar e impacto nas atividades diárias.

A conduta pode envolver:

  • acompanhamento clínico;

  • controle da dor;

  • fisioterapia e fortalecimento;

  • reabilitação funcional;

  • medicamentos quando indicados;

  • procedimentos intervencionistas para dor em casos selecionados;

  • avaliação cirúrgica quando há deformidade importante, instabilidade, compressão neurológica ou falha do tratamento conservador.

Nem todo adulto com escoliose precisa de cirurgia. Muitos casos são manejados com tratamento conservador, controle de sintomas e acompanhamento da função.

 

Quais exames podem ser necessários? - [Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia]

A radiografia panorâmica da coluna em pé é um dos exames mais utilizados para confirmar e acompanhar a escoliose, pois permite medir o ângulo da curva e observar o alinhamento global da coluna.

Em adolescentes em crescimento, exames seriados podem ser solicitados para verificar progressão. A frequência depende do grau da curva, idade e maturidade esquelética. Segundo a Dra. Simone Martinelli dos Reis, crianças em crescimento podem precisar de radiografias periódicas para acompanhar se a curva está piorando.

Em adultos, além da radiografia, exames como ressonância magnética ou tomografia podem ser considerados quando há dor persistente, suspeita de compressão nervosa, sintomas neurológicos, planejamento cirúrgico ou dúvidas diagnósticas.

O acompanhamento não deve se basear apenas no exame. A evolução clínica do paciente é tão importante quanto a imagem.

 

Observação, colete ou cirurgia: como decidir? - [Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia]

A decisão depende de idade, crescimento, grau da curva, progressão, sintomas e impacto funcional.

De forma geral:

Situação

Conduta possível

Objetivo

Curvas leves e estáveis

Observação e reavaliação

Monitorar progressão

Adolescente em crescimento com curva moderada

Colete em casos selecionados

Reduzir risco de progressão

Dor sem sinais graves

Tratamento conservador e reabilitação

Melhorar função e controle da dor

Compressão nervosa ou dor persistente

Investigação e tratamento específico

Reduzir sintomas e limitações

Curvas graves ou progressivas

Avaliação cirúrgica

Corrigir deformidade e proteger função em casos indicados

A AAOS informa que, em adolescentes, a cirurgia pode ser considerada em curvas maiores, especialmente acima de 45 a 50 graus ou quando o colete não impede a progressão. Isso não significa que todo caso nesse intervalo será operado automaticamente, mas mostra a importância do acompanhamento especializado.

 

Quando a dor na coluna merece atenção? - [Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia]

A escoliose em adolescentes nem sempre é a causa principal de dor lombar. Muitos adolescentes com escoliose também podem ter dor por fatores musculares, postura, esporte, fraqueza de tronco ou encurtamentos. Por isso, a dor deve ser investigada sem assumir que toda queixa vem da curva.

Em adultos, a dor pode estar associada à própria deformidade, mas também a alterações degenerativas, hérnia de disco, artrose facetária, estenose do canal, compressão de raízes nervosas ou sobrecarga mecânica.

Sinais de alerta incluem:

  • dor intensa ou progressiva;

  • perda de força;

  • formigamento persistente;

  • alteração para caminhar;

  • perda de controle urinário ou intestinal;

  • febre, perda de peso inexplicada ou histórico de câncer;

  • dor noturna importante;

  • piora rápida da deformidade.

Nesses casos, a avaliação deve ser feita com prioridade.

 

Acompanhamento da escoliose em Uberlândia: quando procurar especialista? - [Acompanhamento da Escoliose em Uberlândia]

Procure avaliação se houver assimetria nos ombros, escápulas ou quadril, tronco inclinado, suspeita de escoliose em adolescente, piora postural, dor persistente, formigamento, limitação funcional ou diagnóstico prévio sem acompanhamento recente.

Em Uberlândia, a avaliação com profissional que atua em coluna permite entender se a curva precisa apenas de observação, se há indicação de reabilitação, se o colete faz sentido em adolescentes ou se o caso exige investigação mais aprofundada.

O ponto central é não esperar a curva evoluir sem controle. O acompanhamento adequado ajuda a tomar decisões no tempo certo.

 

Conclusão

Se você ou seu filho recebeu diagnóstico de escoliose, percebe assimetria na coluna, dor persistente ou tem dúvidas sobre colete, exercícios, exames ou possibilidade de cirurgia, agende uma avaliação com a Dra. Simone Martinelli dos Reis em Uberlândia. A consulta permite analisar o grau da curva, sintomas, fase de crescimento, risco de progressão e opções de acompanhamento mais seguras para cada caso.

 

Perguntas Frequentes

Escoliose sempre piora?

Não. Muitas curvas leves permanecem estáveis, mas adolescentes em fase de crescimento precisam de acompanhamento porque algumas curvas podem progredir.

Como saber se a escoliose está aumentando?

A progressão é avaliada com exame clínico e radiografias comparativas, medindo o ângulo de Cobb e observando mudanças na postura e no alinhamento.

Adolescente com escoliose precisa usar colete?

Nem sempre. O colete pode ser indicado em curvas moderadas e em adolescentes que ainda estão crescendo, quando há risco de progressão.

Adulto com escoliose precisa operar?

Não necessariamente. Muitos adultos são tratados com medidas conservadoras, controle da dor, reabilitação e acompanhamento. Cirurgia é considerada em casos selecionados.

Escoliose causa dor?

Pode causar dor, especialmente em adultos, mas nem toda dor nas costas em adolescente com escoliose é causada pela curva. A avaliação deve investigar outras causas.

Qual exame acompanha escoliose?

A radiografia panorâmica da coluna em pé é frequentemente usada para medir a curva. Outros exames podem ser solicitados conforme sintomas e suspeitas clínicas.

Fisioterapia corrige escoliose?

A fisioterapia pode ajudar na dor, postura, força e função, mas a capacidade de corrigir ou impedir progressão depende do tipo e grau da curva. A indicação deve ser individualizada.

Quando procurar especialista em escoliose em Uberlândia?

Procure avaliação diante de assimetria corporal, diagnóstico prévio de escoliose, dor persistente, piora postural, formigamento, perda de força ou dúvidas sobre colete e cirurgia.

 

Sobre O Especialista

A Dra. Simone Martinelli dos Reis graduou-se em Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia, onde também realizou residência médica em Ortopedia e Traumatologia. Posteriormente, direcionou sua carreira para a área da coluna vertebral e do manejo da dor, obtendo o Título de Especialista em Dor pela Associação Médica Brasileira.

Sua atuação reúne Ortopedia e Traumatologia, avaliação de doenças da coluna, cirurgia da coluna quando há indicação especializada e Medicina da Dor, incluindo procedimentos intervencionistas para controle da dor e melhora da qualidade de vida em casos selecionados.

Na abordagem da escoliose, essa integração permite avaliar tanto o aspecto estrutural da curva quanto dor, função, limitação, sinais neurológicos e necessidade real de tratamentos menos invasivos ou cirúrgicos. A conduta é individualizada e baseada em critérios técnicos, segurança clínica e evidências científicas.

 

Sobre A Guia Saúde

A Guia Saúde reúne conteúdos médicos com foco em orientação clara, confiável e acessível para pacientes. As matérias são construídas para ajudar o leitor a compreender sintomas, exames, tratamentos e momentos em que a avaliação profissional é necessária.

Em temas de coluna, como escoliose em adolescentes e adultos, a Guia Saúde prioriza informação responsável, sem prometer cura, sem indicar tratamentos universais e sem substituir a consulta médica. O objetivo é apoiar decisões mais conscientes e aproximar pacientes de profissionais capacitados em sua região.

Texto escrito por:
Especialista em Dor na Coluna em Uberlândia: Dra. Simone Martinelli dos Reis
Ortopedista
Uberlândia / MG

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Sobre o profissional

A Dra. Simone graduou-se em Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde também realizou sua residência médica em Ortopedia e Traumatologia. Posteriormente, direcionou sua carreira para a área da coluna vertebral e do manejo da dor, obtendo o Título de Especialista em Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB).

 

A atuação da Dra. Simone reúne experiência em três áreas complementares:

  • Ortopedia e Traumatologia, para avaliação estrutural do aparelho locomotor.

 

  • Cirurgia da Coluna, indicada quando há necessidade de tratamento cirúrgico especializado.

 

  • Medicina da Dor, utilizando procedimentos intervencionistas para controlar a dor e melhorar a qualidade de vida, inclusive em pacientes que não necessitam de cirurgia.

 

Essa integração permite oferecer um plano terapêutico individualizado, priorizando tratamentos menos invasivos antes da indicação cirúrgica, quando clinicamente apropriado.

Atende adultos com:

  • Dor cervical persistente
  • Dor lombar aguda ou crônica
  • Compressão de nervos
  • Hérnia de disco
  • Alterações degenerativas da coluna
  • Limitação funcional causada por doenças da coluna
  • Dor que não melhorou com tratamentos convencionais

 

Sua prática clínica é voltada ao diagnóstico e tratamento de doenças da coluna, buscando inicialmente abordagens conservadoras e individualizadas. Quando necessário, indica procedimentos minimamente invasivos ou cirúrgicos, sempre fundamentados em critérios técnicos e evidências científicas.

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