Mastopexia sem prótese no Leblon: quando levantar sem silicone
Entenda quando a mastopexia sem prótese pode ser avaliada no Leblon e como volume, pele, ptose e expectativa influenciam o planejamento das mamas.
Levantar as mamas não significa obrigatoriamente colocar silicone. Quando existe volume mamário suficiente, o próprio tecido pode ser remodelado para corrigir a queda e reposicionar as aréolas.
A dúvida costuma surgir quando a paciente deseja melhorar o formato, mas não pretende aumentar o tamanho nem assumir o acompanhamento relacionado a um implante. Ainda assim, a técnica sem prótese possui limites e não garante preenchimento acentuado do colo.
No Rio de Janeiro, a Dra. Francielly Aparecida Onesko realiza avaliação de cirurgias mamárias na região do Leblon e Zona Sul. A seguir, entenda quando a mastopexia sem silicone pode ser considerada.
Como a cirurgia usa o próprio tecido mamário?
Na mastopexia sem prótese, o excesso de pele é retirado e o tecido mamário existente é reposicionado para formar um novo contorno. As aréolas também podem ser elevadas ou reduzidas quando necessário.
a mastopexia sem prótese levanta e remodela as mamas utilizando os tecidos da própria paciente, sem inserir implantes de silicone.
O planejamento pode envolver:
- retirada de pele excedente;
- elevação das aréolas;
- reorganização do tecido glandular;
- redistribuição do volume existente;
- correção possível de assimetrias;
- construção de suporte interno com suturas ou tecidos.
Reorganizar o tecido não cria novo volume. A possibilidade de preencher o colo depende da quantidade e da distribuição do tecido disponível.
Quem pode ter indicação e quem pode precisar de outra estratégia?
A cirurgia pode ser considerada quando existem:
- queda das mamas;
- aréolas em posição baixa;
- excesso de pele;
- volume próprio suficiente;
- assimetrias passíveis de correção;
- desejo de levantar sem aumentar;
- condições clínicas adequadas;
- expectativas compatíveis.
Outra estratégia pode ser discutida quando a paciente deseja aumento importante, maior projeção ou preenchimento superior que o próprio tecido não consegue oferecer.
Mamas muito volumosas podem exigir uma mamoplastia redutora. Quando existe pouco tecido e desejo de aumento, um implante ou outra alternativa pode ser avaliado.
Peso instável, tabagismo, doença sem controle ou planos próximos de gestação também podem levar ao adiamento.
Quais cicatrizes podem permanecer?
O padrão das cicatrizes depende do grau de queda, da quantidade de pele, do tamanho das aréolas e da técnica necessária.
As possibilidades incluem:
- cicatriz ao redor da aréola;
- cicatriz ao redor da aréola e vertical;
- cicatriz em T invertido, também chamada de âncora.
As cicatrizes são permanentes, embora geralmente mudem de aparência durante a maturação. Não é possível escolher uma cicatriz menor quando ela não oferece acesso suficiente para remodelar os tecidos com segurança.
Genética, tensão, tabagismo, exposição solar e cuidados pós-operatórios influenciam sua evolução.
Recuperação, riscos e durabilidade
Na recuperação, podem ocorrer inchaço, manchas roxas, sensibilidade e limitação temporária dos braços. Sutiã cirúrgico, curativos, medicamentos e retomada das atividades devem seguir orientação individual.
Entre os possíveis riscos estão:
- sangramento e hematoma;
- seroma;
- infecção;
- abertura de pontos;
- cicatriz desfavorável;
- assimetrias;
- alteração de sensibilidade;
- necrose de pele, gordura ou aréola;
- trombose;
- complicações anestésicas;
- necessidade de nova cirurgia.
A mastopexia também pode afetar a amamentação, dependendo da técnica e da preservação de ductos e nervos. Planos de gestação devem ser discutidos antes da decisão.
O resultado não é permanente ou imune ao tempo. Envelhecimento, gravidade, gravidez e oscilações de peso podem modificar novamente as mamas.
Como funciona a avaliação no Leblon?
A consulta permite relacionar a preferência da paciente ao que os tecidos conseguem oferecer.
Podem ser avaliados:
- volume mamário disponível;
- grau de queda;
- posição das aréolas;
- elasticidade da pele;
- assimetrias;
- objetivo de tamanho e projeção;
- cicatrizes necessárias;
- planos de gestação e amamentação;
- histórico de saúde e cirurgias;
- riscos aplicáveis ao caso.
A avaliação pode concluir que a mastopexia sem prótese é adequada, que outra técnica oferece melhor correspondência ou que a cirurgia deve ser adiada.
Levantar sem aumentar pode ser uma escolha possível
A mastopexia sem prótese pode remodelar e elevar as mamas usando o próprio tecido, especialmente quando existe volume suficiente e não há desejo de aumento significativo.
Após compreender critérios e limites, a paciente pode acessar o perfil da Dra. Francielly Aparecida Onesko e solicitar uma avaliação individual na região do Leblon, sem promessa de indicação ou resultado.
Perguntas Frequentes
É possível levantar as mamas sem colocar silicone?
Sim. A mastopexia pode remover excesso de pele e reposicionar o tecido existente sem implante. A possibilidade depende do volume mamário e do resultado pretendido.
Mastopexia sem prótese diminui as mamas?
Pode haver alguma mudança de volume ou percepção de tamanho devido à retirada de pele e remodelação. Quando o objetivo principal é reduzir, a mamoplastia redutora pode ser mais adequada.
Mastopexia sem prótese deixa cicatriz?
Sim. As cicatrizes podem ficar ao redor da aréola, na vertical ou em T invertido. O padrão depende da quantidade de pele e do grau de queda.
O resultado da mastopexia dura para sempre?
Não. A cirurgia reposiciona os tecidos, mas envelhecimento, gravidade, gravidez e oscilações de peso continuam modificando as mamas ao longo do tempo.
Sobre a especialista
A Dra. Francielly Aparecida Onesko é cirurgiã plástica, CRM-RJ 913170 e RQE 44445.
Formou-se em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul e realizou Residência Médica em Cirurgia Plástica no Hospital Federal de Ipanema. Sua atuação inclui mastopexia com ou sem prótese, mamoplastia de aumento, mamoplastia redutora e cirurgias de contorno corporal.
Seu trabalho valoriza naturalidade, proporção, planejamento individual e segurança. Os atendimentos informados são exclusivamente particulares, sem procedimentos gratuitos ou vinculados ao SUS.
Sobre a Guia Saúde
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