Como funciona a cirurgia de catarata no Rio de Janeiro passo a passo

Entenda como funciona a cirurgia de catarata no Rio de Janeiro, desde os exames e a escolha da lente intraocular até a alta e a recuperação. 

 

A cirurgia de catarata remove o cristalino que perdeu a transparência e coloca uma lente intraocular em seu lugar. O procedimento costuma ser realizado com anestesia local, geralmente permite alta no mesmo dia e exige acompanhamento durante a recuperação. A indicação, porém, depende dos exames e do impacto da catarata na rotina de cada pessoa. National Eye Institute

Visão embaçada, halos, sensibilidade à luz e dificuldade para dirigir à noite podem limitar atividades que antes pareciam simples. No Rio de Janeiro, a Dra. Giselle Brandão atua na avaliação da catarata, no planejamento da lente intraocular e no acompanhamento da recuperação visual.

A seguir, veja o que normalmente acontece antes, durante e depois da cirurgia.

Avaliação antes da cirurgia

A preparação começa com uma avaliação oftalmológica completa. Além de confirmar a catarata, é necessário observar a córnea, a retina, o nervo óptico e outras estruturas que possam influenciar o resultado visual.

Exames de biometria medem características do olho e ajudam a calcular o grau da lente intraocular. O planejamento também considera:

  • Presença de astigmatismo;

  • Cirurgias anteriores, como LASIK ou PRK;

  • Glaucoma, doenças da retina ou alterações da córnea;

  • Necessidades de visão para longe, perto e distância intermediária;

  • Profissão, hábitos e expectativa em relação aos óculos.

A escolha não deve se basear apenas no tipo de lente. Ela precisa considerar a saúde ocular e o perfil visual do paciente.

O que acontece no dia

As orientações sobre jejum, medicamentos e horário de chegada variam conforme o serviço, a anestesia e as condições clínicas do paciente. Por isso, devem ser confirmadas previamente com a equipe responsável.

Em geral, o paciente passa pela conferência dos dados, preparo do olho e dilatação da pupila. A cirurgia costuma ser feita com anestesia local. É possível perceber luzes e movimentos, mas não os detalhes do procedimento.

O paciente não deve dirigir após a cirurgia e normalmente precisa de um acompanhante para retornar para casa.

Como o cristalino é substituído

O acesso ao interior do olho é feito por uma pequena incisão na córnea. Na técnica mais utilizada, o cristalino opaco é fragmentado e aspirado. Em seguida, uma lente intraocular dobrável é inserida e posicionada na cápsula que sustentava o cristalino natural.

A nova lente permanece dentro do olho. Dependendo da incisão e das características do caso, pode não ser necessário utilizar pontos. NHS

Existem lentes com diferentes propostas de correção visual. Nenhuma opção é ideal para todas as pessoas, e ainda pode haver necessidade de óculos após a cirurgia.

A cirurgia dói?

Com a anestesia adequada, a expectativa é de ausência de dor importante durante o procedimento. O paciente pode sentir luz, leve pressão ou manipulação ao redor do olho.

Nos primeiros dias, podem ocorrer sensação de areia, lacrimejamento, sensibilidade à luz ou desconforto leve. Dor forte, piora súbita da visão, vermelhidão intensa, secreção, flashes luminosos ou aumento repentino de pontos escuros exigem avaliação rápida. National Eye Institute

Quanto tempo dura e quando ocorre a alta

A duração varia conforme a técnica e a complexidade do caso. Como referência geral, o procedimento costuma levar menos de uma hora, e a pessoa permanece algum tempo em observação antes da liberação.

Na maioria dos casos, a alta ocorre no mesmo dia. Cataratas mais densas, alterações oculares associadas ou intercorrências podem modificar o tempo cirúrgico e o acompanhamento necessário.

Primeiras orientações

Após a cirurgia, é importante utilizar as medicações conforme a prescrição, não esfregar o olho e comparecer aos retornos. A equipe pode recomendar proteção ocular durante o sono e restrições temporárias para esforço físico, piscina, maquiagem e exposição a sujeira.

A visão pode permanecer embaçada inicialmente e melhorar progressivamente. A liberação para dirigir, trabalhar ou praticar exercícios deve ser individualizada. O tempo necessário para estabilização não é igual para todos.

Avaliação para cirurgia de catarata no Rio de Janeiro

Se a catarata já interfere na leitura, no trabalho, na direção ou na autonomia, uma avaliação pode esclarecer o momento do tratamento e as possibilidades de lente intraocular.

Na consulta com a Dra. Giselle Brandão, o planejamento considera os exames, a saúde ocular e as necessidades visuais de cada paciente. O conteúdo deve ser revisado e assinado pela profissional ou por outro revisor médico identificado antes da publicação.

Perguntas Frequentes

Quanto tempo demora a cirurgia de catarata?

O procedimento geralmente dura menos de uma hora. O tempo total no serviço é maior porque inclui preparo, cirurgia, observação e orientações para a alta.

Como a lente intraocular é colocada?

A lente dobrável é inserida por uma pequena incisão e posicionada dentro da cápsula que antes sustentava o cristalino natural.

A pessoa volta para casa no mesmo dia?

Na maioria dos casos, sim. É necessário seguir as orientações da equipe e contar com um acompanhante, pois o paciente não deve dirigir após a cirurgia.

A cirurgia elimina a necessidade de óculos?

Ela pode reduzir a dependência de óculos, mas não existe garantia de independência completa. O resultado depende da lente, das características do olho e de outras condições oculares.

Sobre A Especialista

A Dra. Giselle Brandão é médica oftalmologista no Rio de Janeiro, com atuação na avaliação e no tratamento da catarata, na escolha individualizada de lentes intraoculares e no acompanhamento da recuperação visual.

Sua abordagem considera os exames, a saúde integral dos olhos, as atividades cotidianas e as expectativas do paciente. O objetivo é oferecer informações claras sobre benefícios, limitações, riscos e alternativas, favorecendo uma decisão clínica individualizada.

Não foram acrescentados títulos acadêmicos, certificações ou tempo de experiência que não constem nas informações fornecidas.

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